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As Estações

de Iela Mari
Editor: Kalandraka, abril de 2009 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Ancorado na ideia do 'círculo sem fim' e arrancando no inverno, na altura em que um esquilo hiberna na sua toca junto a uma árvore, assim abre este clássico de Iela Mari, datado de 1973, mas de uma tremenda atualidade. Logo nas primeiras páginas, quase sem cor, começa a desenhar-se o ciclo da natureza: a primavera com o final da letargia dos animais, o verão com a colheita dos frutos, o outono com a emigração das aves para terras mais quentes e, por fim, de novo o inverno...

Paulatinamente, o livro ganha intensidade cromática até ao fecho do círculo sazonal, sempre com a árvore como pano de fundo e ponto de referência; e com a ação centrada no mesmo espaço, frontal, plano e sem perspetiva. Em suma, uma autêntica experiência sensorial, que é também extensível a uma outra das suas obras, «O balãozinho vermelho».

As Estações

de Iela Mari

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898205117
Editor: Kalandraka
Data de Lançamento: abril de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 230 x 230 x 8 mm
Páginas: 40
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 6-8 anos > Literatura
EAN: 9789898205117
Idade Mínima Recomendada: Maiores de 3

SOBRE O AUTOR

Iela Mari

Iela Mari (Milão, Itália, 1932 - 2014). Ainda que a sua formação tenha sido praticamente autodidata, entre 1949 e 1954 estudou desenho na Academia de Belas Artes de Brera, a sua cidade natal. Aí conheceu aquele que viria a ser o seu marido, o designer Enzo Mari, com quem, entre 1955 e 1965, se dedicou a realizar estudos sobre a perceção visual das crianças. Estas investigações formaram a base dos seus famosos livros de imagens e projetos para a criação de materiais e jogos.
«O Balãozinho Vermelho» esteve entre os melhores livros do ano na Alemanha em 1969 e, em 1971, Iela Mari arrecadou o Prémio Nacional de Literatura Infantil e Juvenil da Alemanha pela obra intitulada «A Maçã e a Borboleta», editada em Itália (1969) e na Alemanha (1970). Em 1973 obteve o Prémio Gráfico da Feira de Bolonha pelo álbum «As estações», publicado no ano anterior.

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