As Coisas
Editor:
Abysmo, fevereiro de 2012 ‧
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CRÍTICAS DE IMPRENSA
«É a consciência aguda da passagem do tempo que unifica todo o passado na categorias de “coisa”, e os poemas falam de coisas difíceis, inanimadas, frágeis, “feitas de vidro”. Por isso as coisas partem-se, colam-se, recuperam-se, e nesse processo ganha-se uma maior consciência das suas formas, da sua superfície e também dos seus limites. Há nestes poemas […] um trânsito subtil e seguro entre as “coisas” e as “palavras”, em especial a palavra “nome”, e uma espécie de gratidão magoada, que deve bastante a [Manuel António] Pina […]»
Pedro Mexia, Expresso
EXCERTOS
«AS COISAS são feitas de vidro. Partem-se quando digo em voz alta o teu nome. Nome de todas as coisas.»
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899744837 |
| Editor: | Abysmo |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 140 x 219 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 52 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
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| EAN: | 9789899744837 |