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Artistas Antigos do Porto

de Manuel Leão
Editor: Fundação Manuel Leão, dezembro de 2002 ‧
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Permitir o conhecimento de artistas sem nome na praça e percorrer os passos da sua actividade, tantas vezes ainda esquecida e ignorada, é trabalho cultural precioso, sobretudo porque estes estudos, baseados na consulta de documentação inédita, fazem avançar a investigação da História da arte". Nesta obra são destacadas profissões como as de batefolhas, que preparavam os metais preciosos para os douradores e apavonadores, de torneiros, que operavam os torneados das várias decorações, os ensambladores, que são centenas, de entalhadores e imaginários e de pintores. O levantamento exaustivo dos artistas do Porto, nas várias áreas, referência obrigatória dos estudiosos dos sécs. XVI-XIX.

Artistas Antigos do Porto

de Manuel Leão

Propriedade Descrição
ISBN: 9729715572671
Editor: Fundação Manuel Leão
Data de Lançamento: dezembro de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 242 x 303 x 25 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 262
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Cerâmica
EAN: 9729715572671

SOBRE O AUTOR

Manuel Leão

P. Manuel Valente de Pinho Leão nasceu em Milheirós de Poiares (Santa Maria da Feira) a 25 de Agosto de 1920. Após frequentar os Seminários do Porto é ordenado padre em 8 de Agosto de 1943. Junto do tio padre José Leite Dias de Pinho, em Oliveira do Douro, inicia o serviço pastoral. Vila Nova de Gaia seria o lugar permanente da sua dedicação ao ensino, como professor desde a ordenação e Director (1946-1992) do Colégio de Gaia, obra diocesana que ampliou com equipamentos condignos e ilustrou com o seu saber, particularmente em Inglês e Literatura portuguesa. O campo da educação constituiu a sua paixão até ao fim da vida, seja na criação da Escola Profissional de Gaia, seja do Instituto Superior Politécnico, em 1990. Impulsionou obras sociais, sendo representante da Diocese na "Obra do Padre Luís" (desde 1982) e deu novo vigor à Confraria do Monte da Virgem, dados os seus dotes de excelente gestor. Essa qualidade justificou a escolha como membro do Conselho de Assuntos Económicos Diocesano, entre 1986 e 1991. Publicou, nos últimos anos, vários livros resultantes de uma investigação sobre fontes de Arquivo, sobre história da arte. No Colégio do Sardão, onde viveu, como capelão, era muito procurado como conselheiro. Criou a Fundação Manuel Leão (1996), à qual legou os seus bens, com finalidades culturais (sobretudo de teor pedagógico e artístico) e assistenciais. Viajante pelas quatro partes do mundo, partiu para a última viagem a 24 de Setembro de 2010.

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