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Arte Nuevo De Hacer Comedias

de Lope De Vega
idioma: espanhol
Editor: Castalia Ediciones, setembro de 2011 ‧
8,15€
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SUMARIO INTRODUCCION 1. El hombre adecuado en el momento adecuado 2. De los «primeros inventores» a los «bárbaros» de ahora: la síntesis lopesca 3. En esta junta y academia insigne: el reto de los pedantes o la estrategia del destinatario 4. Los que este triste ejercicio canonizan: el vulgo como proyecto de público 5. Imitar las acciones de los hombres: Robortello, Elio Donato y las «comedias vulgares» de un batihoja 6. Dorando el error del vulgo: de la confusa máquina libresca a la experiencia subjetiva 7. Lo trágico y lo cómico mezclado: arte y naturaleza 8. Que sólo este sujeto tenga una acción: cuando Aristóteles es razonable 9. El tiempo y los tiempos en el teatro: la cólera de un español sentado 10. Del cómico lenguaje y lo que importa de la retórica: dramatis personae, afectos y versos o la visión lopesca del actor 11. De las cosas que mueven con fuerza a toda gente 12. Cabañas, casas y fingidos mármoles o lo que apenas se vio en un corral de comedias 13. Sustento en fin lo que escribí: el espejo para navegar por la corriente del gusto 14. Lo que queda de nuevo del arte nuevo NOTICIA BIBLIOGRAFICA BIBLIOGRAFIA Fuentes primarias citadas Teoría crítica e historia teatral Teatro español de los Siglos de Oro y su contexto Fuentes y estudios sobre el Arte nuevo NOTA PREVIA ARTE NUEVO DE HACER COMEDIAS EN ESTE TIEMPO REGISTRO DE VARIANTES LA EDITORA

Arte Nuevo De Hacer Comedias

de Lope De Vega

Propriedade Descrição
ISBN: 9788497404075
Editor: Castalia Ediciones
Data de Lançamento: setembro de 2011
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788497404075

SOBRE O AUTOR

Lope De Vega

Poeta dramático espanhol que nasceu em 1562, em Madrid. Morreu em 1635, igualmente em Madrid, depois da morte da última mulher da sua vida, da morte do filho no mar e do rapto da filha mais nova. Foi um dramaturgo marcante da "idade de ouro" espanhola, autor de mais de 1800 peças de teatro, das quais apenas sobreviveram 431, e de algumas centenas de autos, tendo chegado somente 50 aos nossos dias. Foi educado pelos jesuítas e logo se fez notar pela grande facilidade de composição em verso e pela imaginação romanesca.
Em 1583, seguiu para Lisboa, onde embarcou na esquadra espanhola que Álvaro de Bazán preparou para tomar parte na expedição aos Açores, contra os portugueses que resistiam a Castela. Cinco anos depois, tornou a embarcar em Lisboa, na Armada Invencível. Depois de a esquadra ter sido desfeita pelos vendavais e pelos ingleses, Lope regressou a Espanha juntamente com os poucos navios intactos. Pouco depois escreveu Arcádia, uma novela pastoral cheia de alusões a pessoas e a factos do seu tempo. Depois de ter enviuvado, de ter casado segunda vez e de ter vivido vários escândalos amorosos, ingressou na Congregação dos Escravos do Santíssimo Sacramento, em 1608. Em 1611, integrou a Ordem Terceira de S. Francisco. Três anos depois, recebeu as ordens sacras. Em 1627, doutorou-se em Teologia no Collegium Sapientiae e recebeu a Cruz da Ordem de Malta. A partir desse momento passou a utilizar o título de frei.
Os temas das suas obras foram inspirados na tradição nacional. O cunho dramático assenta, sobretudo, no choque das paixões tipicamente espanholas, como o sentimento de honra, a dedicação cavalheiresca, a realeza, a justiça e o contraste entre as sociedades aristocrata e popular. O mais importante na sua obra não é o carácter individual, mas sim o atrito pessoal com a sociedade e o contraste entre o ambiente e a mentalidade. Exemplo disso são obras como El Último Godo, Las Famosas Asturianas, El Mejor Alcalde el Rey, La Desdichada Estefania, La Estrella de Sevilla, Lo Cierto por lo Doduso, El Rey Don Pedro en Madrid, Porfiar Hasta Morir, Peribáñez y el Comendador de Ocaña, Fuente Ovejuna, El Remedio en la Desdicha, Los Comendadores de Córdoba, La Serrana de la Vera, El Marquez de las Navas, El Mejor Mozo de España, e muitas outras.
Para além do género dramático, Lope também se dedicou a novelas em prosa, muitas vezes com versos intercalados - como é o caso de Arcádia. Dentro deste género também escreveu Dorotea e El Peregrino en su Patria (1603) e Las Fortunas de Diana e La Filomena (1621). Escreveu poemas como La Hermosura de Angelica e La Dragóntea (1602), Circe (1624), Mañana de S. Juan, La Corona Tragica, St. Isidoro Labrador e Romancero Espiritual (1625), Rimas Sacras, Laurel de Apolo (1630), e numerosas poesias líricas. Entre as suas obras, existem algumas que se referem a assuntos portugueses, como La Tragedia de Doña Ignez de Castro (1613), El Bastardo de Ceuta (1615), El Duque de Vizeo (1615), El Más Galan Portugués, Duque de Braganza (1615), La Tragedia del Rey Don Sebastian, y Bautismo del Principe de Marruecos (1618), Segunda Parte del Principe Perfecto (1623), D. Juan de Castro, Fernan Mendes Pinto, Comedia Famosa e El Nuevo Mundo Descubierto, uma comédia em verso que narra, em três atos, a viagem de Cristóvão Colombo e a recusa do rei de Portugal em patrocinar a viagem.
Lope de Vega escreveu também romances pastorais, versos históricos de acontecimentos da sua época, versos biográficos de santos espanhóis, longos poemas épicos e burlescos e contos em prosa, "imitando" ou adaptando os trabalhos de Ariosto e de Cervantes. As suas composições líricas - baladas, elegias, epístolas e sonetos - são inúmeras.

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