Arquitectura e Modos de Habitar N.º 11
Conversas com Arquitectos - Rui Braz Afonso
Editor:
Edições CIAMH, maio de 2021 ‧
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SINOPSE
Rui Braz Afonso, desafiar significados...
É Manuel Castells quem nos lembra que: "O espaço não é um reflexo da sociedade, é a sociedade. Portanto as formas espaciais, pelo menos no nosso planeta, são produzidas, tal como todos os outros objectos, pela acção humana. Exprimem e realizam os interesses da classe dominante segundo um dado modo de produção e de um modo de desenvolvimento específico. Exprimem e implementam as relações de poder do Estado numa sociedade historicamente definida… Finalmente, de tempos a tempos, surgem movimentos sociais para desafiar o significado da estrutura espacial e assim tentar novas funções, novas formas"…
A intricada teia de saberes com que Rui Braz nos confronta, sempre que com ele debatemos algo por mais circunstancial que seja, é uma característica que se tem mantido - agora talvez mais refinada, pela sua existência e pelo alargamento a outras áreas disciplinares que tem vindo a realizar.
A intersecção de outras visões, de outros percursos, de outras abordagens, está sempre presente no seu modo de ver e de estar no mundo. A constante procura de alargar fronteiras e de trazer outras matérias, fazendo ver que existem outras possibilidades de ver e de resolver tudo o que se aborda e que nada tem apenas um só ponto de vista fixo ou estável, parece ser uma das características fundamentais do pensamento e do modo de estar do professor Rui Braz.
É deste pensamento global que Rui Braz nos fala aqui, de um modo de habitar e de uma cidade que se faz e desfaz, que se transforma sucessivamente e que, ciclicamente, é capaz de criar outros padrões, outras estratégias de pensamento de filosofia, onde a narrativa urbana e arquitectónica pode ser desenvolvida de um modo bastante diferente - mais ligada aos aspectos da produção e das economias, mais ligada aos aspectos que Manuel Castells dizia serem não apenas um reflexo da sociedade, mas a própria sociedade.
O seu pensamento ora galga muitas fronteiras, ora puxa, contorna, desenvolve, cria outros limites que estão para além da economia e sempre perto, muito perto, dos novos limites para uma outra ou uma nova ideia de arquitectura. Uma arquitectura a desafiar, permanentemente, significados.
É Manuel Castells quem nos lembra que: "O espaço não é um reflexo da sociedade, é a sociedade. Portanto as formas espaciais, pelo menos no nosso planeta, são produzidas, tal como todos os outros objectos, pela acção humana. Exprimem e realizam os interesses da classe dominante segundo um dado modo de produção e de um modo de desenvolvimento específico. Exprimem e implementam as relações de poder do Estado numa sociedade historicamente definida… Finalmente, de tempos a tempos, surgem movimentos sociais para desafiar o significado da estrutura espacial e assim tentar novas funções, novas formas"…
A intricada teia de saberes com que Rui Braz nos confronta, sempre que com ele debatemos algo por mais circunstancial que seja, é uma característica que se tem mantido - agora talvez mais refinada, pela sua existência e pelo alargamento a outras áreas disciplinares que tem vindo a realizar.
A intersecção de outras visões, de outros percursos, de outras abordagens, está sempre presente no seu modo de ver e de estar no mundo. A constante procura de alargar fronteiras e de trazer outras matérias, fazendo ver que existem outras possibilidades de ver e de resolver tudo o que se aborda e que nada tem apenas um só ponto de vista fixo ou estável, parece ser uma das características fundamentais do pensamento e do modo de estar do professor Rui Braz.
É deste pensamento global que Rui Braz nos fala aqui, de um modo de habitar e de uma cidade que se faz e desfaz, que se transforma sucessivamente e que, ciclicamente, é capaz de criar outros padrões, outras estratégias de pensamento de filosofia, onde a narrativa urbana e arquitectónica pode ser desenvolvida de um modo bastante diferente - mais ligada aos aspectos da produção e das economias, mais ligada aos aspectos que Manuel Castells dizia serem não apenas um reflexo da sociedade, mas a própria sociedade.
O seu pensamento ora galga muitas fronteiras, ora puxa, contorna, desenvolve, cria outros limites que estão para além da economia e sempre perto, muito perto, dos novos limites para uma outra ou uma nova ideia de arquitectura. Uma arquitectura a desafiar, permanentemente, significados.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899807358 |
| Editor: | Edições CIAMH |
| Data de Lançamento: | maio de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 145 x 219 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 120 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Conversas com Arquitectos |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Arquitetura
|
| EAN: | 9789899807358 |
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