Arqueologia, Património e Museus
Meio século de intervenção cívica e cultural
Editor:
Edições Colibri, setembro de 2021 ‧
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SINOPSE
«Neste volume condensam-se textos de intervenção cívica e cultural - dimensão em que Luís Raposo se afigura ser único, pela longevidade e regularidade em que o fez, e faz, com espírito crítico e total independência em relação a todos os poderes e grupos. Textos pessoais, mas profundamente conectados com o movimento associativo dos sectores envolvidos, de que o autor é reconhecido dinamizador. Textos dotados de acutilância que repetidamente indispôs políticos, altos dirigentes e até alguns dos seus pares… mas textos de enorme, de atordoante coerência. Três grandes domínios compõem este percurso de vida: Arqueologia, Património e Museus. A soma dos três dá lugar a algo que a todos transcende e faz a singularidade deste volume: um fresco de época, construído ao sabor das vagas que agitam a vida pública, um panorama indispensável a todos os que se interessem por cultura e ciência ou, mais amplamente, aos que almejam melhor compreender a história recente do nosso País e da sua inserção na Europa e no Mundo.»
Fernando Mão de Ferro
«Sou e sempre fui um defensor de um Estado forte, regulador do bem comum, combatendo o engano do chamado liberalismo político, herdeiro do sistema oitocentista de baronetes. Dito isto, considero também que a verdadeira democracia só existe quando as pessoas, individualmente consideradas e em grupo de interesses comuns, ou seja, as pessoas feitas cidadãos e as associações que constituam, tomam em mãos as suas causas, actuando de forma totalmente independente do Estado e sobretudo do seu aparelho, controlado pelos Governos e pelas lógicas da subserviência para garantia de lugares. Por isso, também na área do património cultural, entendo que a idade adulta só existirá quando tivermos pessoas livres no pensamento, na palavra e na acção. Às vezes, a condição de cidadão militante da causa patrimonial, máxime de dirigente associativo, conduz a ter de prescindir, ou simplesmente retirar do expectável como projecto de vida, o desempenho de cargos oficiais, a frequência de salões sociais e o benefício das mordomais que de ambos decorrem. Paciência. É a vida. E a vida é tanto mais bela quanto mais livremente a vivermos.»
A Idade Adulta do Património, Público, 6.9.2021
Fernando Mão de Ferro
«Sou e sempre fui um defensor de um Estado forte, regulador do bem comum, combatendo o engano do chamado liberalismo político, herdeiro do sistema oitocentista de baronetes. Dito isto, considero também que a verdadeira democracia só existe quando as pessoas, individualmente consideradas e em grupo de interesses comuns, ou seja, as pessoas feitas cidadãos e as associações que constituam, tomam em mãos as suas causas, actuando de forma totalmente independente do Estado e sobretudo do seu aparelho, controlado pelos Governos e pelas lógicas da subserviência para garantia de lugares. Por isso, também na área do património cultural, entendo que a idade adulta só existirá quando tivermos pessoas livres no pensamento, na palavra e na acção. Às vezes, a condição de cidadão militante da causa patrimonial, máxime de dirigente associativo, conduz a ter de prescindir, ou simplesmente retirar do expectável como projecto de vida, o desempenho de cargos oficiais, a frequência de salões sociais e o benefício das mordomais que de ambos decorrem. Paciência. É a vida. E a vida é tanto mais bela quanto mais livremente a vivermos.»
A Idade Adulta do Património, Público, 6.9.2021
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895660889 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | setembro de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 171 x 240 x 32 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 596 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
Arqueologia
|
| EAN: | 9789895660889 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Fabuloso
Margarida Oliveira
O livro corresponde a uma resenha de temas muito interessantes nas áreas do património, arqueologia e museologia, áreas indissociáveis. Os conteúdos sempre merecedores de leitura pelos profissionais da área como também por qualquer leigo. O conhecimento não se esgota com o que cada um produz, precisa sempre do trabalho e do conhecimento coletivo.
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