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Aporias

Ensaios sobre o Absurdo

de Ernesto Seixas
Editor: Edições Colibri, junho de 2025 ‧
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O presente texto, trata então do tempo como coisa que não existe, uma Aporia, ou absurdidade real, que tem suscitado as maiores controvérsias. Os gregos antigos tinham três conceitos para o tempo: khrónos, kairós e aíôn. Khrónos refere-se ao tempo cronológico, ou sequencial, que pode ser medido, associado ao movimento linear das coisas terrenas, com um princípio e um fim. Kairós refere-se a um momento indeterminado no tempo, em que algo especial acontece, o tempo da oportunidade. Aíôn já era um tempo sagrado e eterno, sem uma medida precisa, um tempo da criatividade onde as horas não passam cronologicamente, também associado ao movimento circular dos astros, e que na teologia moderna corresponderia ao tempo de Deus. Há os que dizem que ele não existe, outros há que preferem entregá-lo à Divindade. Einstein resolveu aceitá-lo e juntá-lo ao espaço.

A ideia de absurdo, matriz do texto, está apoiada na noção de Aporia, na impossibilidade, no enigma, na ignorância da razão de existirmos ou da finalidade da vida. A ideia é explorada ao longo do texto com base no quotidiano. O autor apoiou-se na vida simples de uma família atual na cidade de Portalegre.

Aporias

Ensaios sobre o Absurdo

de Ernesto Seixas

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895665280
Editor: Edições Colibri
Data de Lançamento: junho de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 230 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789895665280

SOBRE O AUTOR

Ernesto Seixas

Nascido na maternidade Alfredo da Costa em 1940, Ernesto Seixas filho de um funcionário judicial, repartiu a adolescência e juventude entre a capital e cidades do interior: Bragança, Portalegre e Guarda onde concluiu o Liceu.
O Instituto Superior Técnico acolheu o jovem deslumbrado e perdido de amores pela Cidade que pôs o coração mais do lado das donzelas do que da física e da matemática.
A sua passagem pela Guiné, cumprindo a guerra colonial, incutiu-lhe uma compreensão especial pela raça negra e o carinho que tem dedicado aos negros que, por sorte, lhe têm calhado na sua profissão de professor.
Apanhado pelo 25 de abril milita na esquerda tendo sido candidato à Assembleia Constituinte de 1975.
A Faculdade de Letras de Lisboa conferiu-lhe a licenciatura em Filologia Germânica que lhe abriu caminho para o ensino de línguas.
Reformado do ensino dedicou-se à agricultura.
Reformado da agricultura dedica-se a ler e a escrever e tem uma vida boa.

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