Apólogos Dialogais, vol. II

de D. Francisco Manuel de Melo
Editor: Angelus Novus, abril de 1999 ‧
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Editados pela primeira vez em 1721, O Escritório Avarento e O Hospital das Letras, escritos em meados do século XVII, constituem o segundo e quarto diálogos imaginários dos Apólogos Dialogais.

No primeiro, D. Francisco recorre a quatro moedas para tratar o tema do dinheiro, ora com um sentido apologético, ora mostrando o reverso da corrupção e efeitos morais negativos que lhe andam associados. O Hospital das Letras afasta-se um pouco da encenação e da temática dos restantes apólogos. As dramatis personae são agora Bocalino, Justo Lípsio, Quevedo e o próprio Autor, que percorrem uma biblioteca-hospital em que vão «diagnosticar» - fazendo crítica literária - os achaques que acometem diferentes nomes da República das Letras, entre os quais se contam Gil Vicente, Sá de Miranda, António Ferreira, Camões e Rodrigues Lobo, propondo simultaneamente «remédios».

A presente edição é da responsabilidade de Pedro Serra, reconhecido editor e especialista em D. Francisco Manuel de Melo.

Apólogos Dialogais, vol. II

de D. Francisco Manuel de Melo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728115302
Editor: Angelus Novus
Data de Lançamento: abril de 1999
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 233 x 10 mm
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789728115302
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

D. Francisco Manuel de Melo

D. Francisco Manuel de Melo, nascido a 23 de novembro de 1608 e falecido a 24 de agosto de 1666, é considerado uma das personalidades portuguesas mais proeminentes do século XVII. Escritor multifacetado, as suas obras abarcam comédias, novelas, versos líricos e, pensa-se, algumas sátiras que se terão perdido. Versou sobre assuntos historiográficos, moralistas, políticos e militares.
De entre as obras que deixou merecem referência Epanáforas de Vária História Portuguesa (1651, como historiador), a farsa Auto do Fidalgo Aprendiz (provavelmente escrita antes de 1646 mas publicada somente em 1676, como dramaturgo), Obras Morales (1664, publicadas durante a sua missão como diplomata em Roma), Obras Métricas (1665, onde reuniu a sua poesia) e a famosa Carta de Guia de Casados (prosa).

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