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de Karel Capek
idioma: espanhol, catalão
Editor: Distorsions, maio de 2023 ‧
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Napoleó sincerant-se amb una cortesana. Alexandre el Gran demanant als seus súbdits que el declarin déu pel bé de l'estabilitat política. Llàtzer descontent perquè Jesús l'ha obligat a ressuscitar. Hamlet plantejant-se seriosament de dedicar-se a escriure teatre o Don Juan, al llit de mort, confessant que la seva vida sexual no és tal com tothom se la imagina. Amb un sentit de l'humor afinat i la imaginació que el caracteritza, Karel Capek s'atura en moments clau de les vides de 29 personatges històrics o literaris, per mostrar-nos-els en un context íntim, cometent errors, dubtant, rectificant o revelant aspectes de la seva personalitat que mai ningú ens havia explicat.

Apocrifs

de Karel Capek

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412662429
Editor: Distorsions
Data de Lançamento: maio de 2023
Idioma: Espanhol, Catalão
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 222
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788412662429

SOBRE O AUTOR

Karel Capek

Karel Capek (Malé Svatonovice, 9 de janeiro de 1890 - Praga, 25 de dezembro de 1938). Novelista, dramaturgo e encenador checo. Conhecido pela sua peça realizada em 1921, R. U. R. (Rossum's Universal Robots), a mais famosa, onde inventou a palavra ROBOT. Escreveu ainda a sátira "Power and Glory" e o drama "The World We Live In". Formou-se na Universidade de Praga. Foi também editor do jornal de Praga e ensaísta político.
Karel Capek é considerado o maior autor checo da primeira metade do século XX. Foi o maior novelista da Checoslováquia e representante do seu espírito democrático. As suas peças de teatro estrearam na Broadway pouco tempo depois da sua estreia em Praga e os seus livros foram traduzidos em várias línguas. Os seus textos são marcados por uma escrita clara e apelativa, que o torna excecional.
Morreu no dezembro anterior ao início da Segunda Guerra Mundial. A sua morte resulta de um período de uma pneumonia originada por uma greve de fome e recusa de viver no seu país, depois dos aliados terem rejeitado ajuda à Checoslováquia para a proteger de Hitler. A Gestapo classificou-o como inimigo público n.º 2. Depois da guerra o trabalho de Capek foi relutantemente aceite pelo regime comunista checo, já que enquanto em vida Capek sempre se recusou a acreditar na utopia comunista, como alternativa à ameaça nazi.

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