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Ao Serviço de Portugal

Uma viagem ao interior dos serviços secretos

de Jorge Silva Carvalho

Livro eBook
editor: Contraponto Editores
Um livro que não vai deixar ninguém indiferente e que quebra o silêncio sobre os serviços de informações nacionais.
Em 2016, Jorge Silva Carvalho, ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), o serviço português de inteligência externa, foi condenado em tribunal por violação de segredo de Estado, acesso a dados pessoais e devassa da vida privada. Na altura, como até hoje, contestou essa sentença - e, dois anos depois, quebra o silêncio com um livro que não se limita a abordar «o seu caso», mas que é, também, uma viagem à história e à vida recente dos serviços secretos portugueses. Nele, responde a questões que interessam a todos nós: como se organizam os serviços de informação? Quais são os limites e o alcance do trabalho dos «espiões portugueses»? É possível manter um serviço de inteligência sem atravessar as fronteiras da legalidade? 

Numa linguagem viva e direta, resultado de longas conversas, Jorge Silva Carvalho começa por recordar as acusações durante a última sessão do seu julgamento, recua aos tempos da formação no SIS, à especialização em contraespionagem, à formação da «Casa da Rússia», a atividade dos serviços em alguns casos de vigilância e contrainformação, e mostra — pela primeira vez — como decorrem essas operações em Portugal e no estrangeiro.

Ao Serviço de Portugal

Uma viagem ao interior dos serviços secretos

ISBN: 9789896661694
Editor: Contraponto Editores
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 234 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 296
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Política > Ciência Militar e Estratégia
EAN: 9789896661694
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Explicação

NA

Livro muito interessante e revelador. O autor escreve de um modo seguro e cativante, difícil de parar após começar. Gostei bastante de entender a importância dos serviços de informação (tanto interna como externa), do modo de actuação dos agentes, da sua formação, da sua mentalidae, etc.

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“Uma vida nos Serviços”

José F.

Num ambiente global onde impera a volatilidade e a incerteza, a complexidade e a ambiguidade, e o Ocidente tem o terrorismo de inspiração islâmica como principal ameaça, a relevância desta obra, escrita por um antigo operacional e ex-director dos Serviços de Informações, é bastante elucidativa sobre a importância estratégica destes Serviços para Portugal. O autor reflecte sobre as potencialidades e vulnerabilidades dos Serviços, não olvidando a crítica a alguns comportamentos de algumas élites no desempenho de funções públicas, porque revelam desconhecimento sobre a cultura de intelligence e a realidade complexa onde actuam sob o “manto do soberano” na defesa de Portugal. Leitura importante para quem se interessa por assuntos de Segurança, Defesa e Relações Internacionais.

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Um livro que faz(ia) falta.

Pedro Horta

Os Serviços de Informação em Portugal, mercê do nosso passado, sempre mereceram por parte da maioria dos indivíduos, ou desconfiança ou desconhecimento. Escrito no seguimento de um processo mediático, em que a honra do autor foi, publicamente, posta em causa, afigurava-se a possibilidade de o mesmo, poder vir a ser escrito em tom exclusivamente apologético e egocêntrico, daquele que foi o chefe da inteligência estratégica e de defesa. Mas não. Desiludam-se os que procuram segredos. O autor soube explicar procedimentos sem colocar em causa a integridades dos serviços, numa linha que se poderia justificar a necessidade de defesa. Desiludam-se os que procuram justificativos para a necessidade de repensar a necessidade de um serviço de informações em Portugal. O autor justifica de forma simples a necessidade de tal serviço. Desiludam-se os que pensam encontrar violações graves nos procedimentos. O autor, serenamente explica e justifica, naquilo que considero ser a parte mais importante do livro, quer os limites, quer as transposições dos mesmos. Enfim, um livro para curiosos, para políticos e para todos aqueles que se interessam verdadeiramente pelo "Serviço a Portugal", seja em que vertente for. Aconselho vivamente.

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A não perder

beliz

Texto muito interessante. A sua leitura prende o leitor até ao fim. Fica-se com o conhecimento dos meandros dos vários departamentos das secretas e com a importãncia que elas têm para a segurança do estado e de todos os cidadãos. O seu trabalho é imprescindível, pena que a maioria não lhe dê o valor e importãncia que merecem. É muito interessante ficarmos a conhecer alguns modos de atuação. Deve ser lido com calma para não se perder nenhuma informação e até ler uma segunda vez.

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Ao Serviço de Portugal de Jorge Silva Carvalho

J. Faria

Num ambiente global onde impera a volatilidade e a incerteza, a complexidade e a ambiguidade, e o Ocidente tem o terrorismo de inspiração islâmica como principal ameaça, a relevância desta obra, escrita por um antigo operacional e ex-director dos Serviços de Informações, é bastante elucidativa sobre a importância estratégica destes Serviços para Portugal. O autor reflecte sobre as potencialidades e vulnerabilidades dos Serviços, não olvidando a crítica a alguns comportamentos de algumas élites no desempenho de funções públicas, porque revelam desconhecimento sobre a cultura de intelligence e a realidade complexa onde actuam sob o “manto do soberano” na defesa de Portugal. Leitura importante para quem se interessa por assuntos de Segurança, Defesa e Relações Internacionais.

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perceber a democracia

(Propositadamente retirada)

Se quer perceber como e porque os Serviços de Informações são essenciais num Estado de Direito Democrático, este livro é para si. Perceba porque uma ação de recolha é aceitável num determinado contexto, nada tem de ilegal e porque só o seria se fosse praticada por polícias.

Jorge Silva Carvalho

Jorge Silva Carvalho nasceu em Lourenço Marques em 1966. Licenciado Direito em Lisboa (FDL) e Mestre em Gestão de Empresas, entrou para o Serviço de Informações de Segurança (SIS) em 1991. Desde muito cedo ocupou vários cargos dirigentes nos serviços de informações, tendo terminado a sua carreira como diretor-geral do SIED – sendo um especialistas de referência em informações, segurança nacional e internacional, espionagem e contraespionagem, vigilância e contra vigilância. Foi professor de Direito e Segurança em várias universidades e fundou o primeiro curso de pós-graduação português em Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento. Desde 2011 que trabalha no setor privado como gestor de empresas e consultor em matérias de segurança e inteligência estratégica e económica.

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