Antares

de Clara Pinto Correia
Editor: Editora Exclamação, junho de 2024 ‧
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«Antares é a estrela vermelha que vemos cintilar no Verão naquelas horas lentas e mornas em que a noite vem muito devagar fechar as suas asas sobre o dia. Este romance, cujo enredo principal decorre numa só noite em que Antares está sempre à vista e brilha como nunca brilhou antes, não ambiciona estar além deste brilho: ambiciona, apenas, ser uma mensagem de esperança. Escrevi-o para que as pessoas não se esquecessem de todas as coisas boas que a vida lhes ofereceu. E, sobretudo, para que nunca mais descurassem aquela energia muito especial que nós só podemos ir buscar ao amor. Antares diz a toda a gente, não, não faças isso! Quando nasce o dia, não fiques na cama com a cabeça escondida pelo cobertor. Acorda, salta daí, vamos tentar outra vez a aventura iconoclasta de sermos felizes. É verdade que, de início, até dá ideia de que praticamente nada do que acontece em Antares poderia alguma vez acontecer na vida real - mas, como Mark Twain escreveu, o mais lapidarmente possível, "A única diferença entre a realidade e a ficção é que a ficção tem que ser credível."»
Clara Pinto Correia

Antares

de Clara Pinto Correia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893542187
Editor: Editora Exclamação
Data de Lançamento: junho de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 218 x 33 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 428
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789893542187

Toque de genialidade

Leonor Quintino

Mais uma vez, a autora nos brnda com a sua escrita aparentemente fácil e fluida, agradável de ler e base para pensar. Divertido, le-se com rapidez para não perder o ritmo. Genial!

SOBRE O AUTOR

Clara Pinto Correia

Clara Pinto Correia (Lisboa, 30 de janeiro de 1960 — Estremoz, 9 de dezembro de 2025) foi ficcionista, cronista, divulgadora científica e bióloga portuguesa. Figura sui generis do panorama da literatura portuguesa, quer pelo seu estilo de escrita, quer pelas áreas da sua produção ou ainda pelo ritmo de publicação que a autora manteve.
Depois de se ter licenciado em Biologia pela Universidade de Lisboa, doutorou-se pela Universidade do Porto, prosseguindo uma carreira universitária e de investigação no domínio da Embriologia no Instituto Gulbenkian de Ciência e nos Estados Unidos da América (Buffalo e Universidade de Harvard).
A sua estreia literária dá-se em 1984, com o romance Agrião, mas a sua popularidade atinge-a com o romance Adeus Princesa, sucesso editorial, transposto para o cinema. A consagração máxima dá-se depois da publicação do folhetim E se tivesse a bondade de me dizer porquê? em coautoria com Mário de Carvalho, numa obra em que os dois escritores são responsáveis por capítulos que se intercalam, sem nunca se encontrarem.
Poder-se-á chamar a Clara Pinto Correia a autora pós-moderna por excelência, constando da sua bibliografia desde inquéritos de cariz sociológico a uma fotonovela, passando por literatura infantil, crónica, poesia, narrativa, e divulgação científica.
Destacam-se na sua obra, para além dos já citados, na ficção: Ponto Pé de Flor e Mais que Perfeito; na literatura infantil: Quem Tem Medo Compra um Cão, A Minha Alma Está Parva e A Ilha dos Pássaros Doidos; na divulgação científica: Os Bebés-Proveta, Clonai e Multiplicai-vos e O Ovário de Eva.

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