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Angola aos Despedaços

50 anos depois, que futuro?

de António Costa Silva
Editor: Editora Guerra & Paz, outubro de 2025 ‧
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«Sou das pessoas que esteve no Largo Primeiro de Maio em Luanda na noite histórica de 11 de Novembro de 1975, quando o Presidente Agostinho Neto proclamou a independência de Angola. Nessa noite única, sentimos que naquela praça, cheia de entusiasmo e alegria, desaguavam os sonhos e as lutas de gerações e gerações de angolanos que tinham lutado contra o regime colonial pela independência.»

Em Angola aos Despedaços: 50 Anos Depois, Que Futuro?, António Costa Silva evoca o sonho de construir um país livre, capaz de criar riqueza e lutar contra a pobreza - e confronta-o com a realidade 50 anos depois.

O balanço é negativo: a guerra ocupou 26 desses 50 anos. Um pesadelo autofágico que deixou um rastro de miséria e ceifou milhares de vidas.

Analisando as causas do fracasso, a armadilha da guerra; a má governação; a terrível corrupção; o abandono da educação, da saúde e do bem-estar social; a canibalização da economia pelo petróleo, António Costa Silva explica o que destruiu o sonho de um país livre e próspero - e encoraja a mudança. Porque «Angola pode fazer muito mais e muito melhor e ser diferente».

Angola aos Despedaços

50 anos depois, que futuro?

de António Costa Silva

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895763153
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: outubro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 229 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789895763153

SOBRE O AUTOR

António Costa Silva

António José da Costa Silva nasceu em 23 de novembro de 1952 em Catabola, Angola. Estudou na Universidade de Luanda, e militou nos Comités Amílcar Cabral (CACS) e na Organização Comunista de Angola (OCA). É preso pelo MPLA em 22 de dezembro de 1977. Sobrevive à tortura e escapa mesmo a um fuzilamento, sendo libertado após duas greves de fome. Inicia, então, na Sonangol, uma carreira na área dos petróleos. As sequelas da tortura, em particular a deterioração da visão, levam-no a buscar tratamento em Portugal e Espanha. Licencia-se em Engenharia de Minas no Instituto Superior Técnico, concluindo o mestrado em Engenharia de Petróleos na Imperial College. Obtém o doutoramento pelas duas faculdades. Na vida profissional, passa pela Companhia Portuguesa de Serviços, pela multinacional francesa CGG, pelo Instituto Francês do Petróleo e, a partir de 2004, pela Partex, empresa da Fundação Gulbenkian. Foi ministro da Economia e do Mar do XXIII Governo e é professor aposentado do Instituto Superior Técnico. Na Guerra e Paz publicou o romance Desconseguiram Angola e o ensaio Portugal na Europa e com a Europa, Que Futuro?

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