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Amor que Mata

de Rosa Montero
Editor: Matéria Prima, agosto de 2014 ‧
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Hitler nunca quis assumir qualquer relação, consciente de que a sua «disponibilidade» seria um fator decisivo junto do eleitorado feminino. Estava certo.
Segundo Mussolini, as mulheres eram como as massas, ambas feitas para serem violadas.
Estaline era violento e cruel com as mulheres, levando-as ao desespero, mas ponderava o suicídio quando elas morriam.
Franco ordenou as mais bárbaras execuções mas, na intimidade, era altamente influenciado pela mulher, desejosa de poder e dinheiro, que o construiu como ditador.
Estes homens adoraram, usaram e executaram mulheres.
Viveram com elas um único tipo de amor: o que mata.

«Falar de alguns dos tiranos mais conhecidos ponto de vista das esposas, amantes e filhas , e do lugar que a mulher ocupava nos seus projetos megalómanos, permite aprofundar a compreensão das tragédias sociais, recorrendo à análise das tragédias domésticas.»

Amor que Mata

de Rosa Montero

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898461933
Editor: Matéria Prima
Data de Lançamento: agosto de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 237 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História em Geral
EAN: 9789898461933

Vale a pena recordar

Leonor Santos

A história negra das ditaduras do século XXI não é nova e há muitos livros sobre o assunto. No entanto, neste livro sobre as mulheres da vida de Estaline, Hitler, Mussolini e Franco, Rosa Montero dá-nos uma outra perspetiva destes ditadores e da sociedade de então: o vida das mulheres. O modo como as mulheres são tratadas revela muito sobre uma determinada sociedade. Esta é uma das premissas do livro. E porque a história sempre tende a repetir-se, não há como conhece-la para saber evitá-la. Como se diz num dado momento no livro, se aconteceu uma vez, pode voltar a acontecer.

SOBRE O AUTOR

Rosa Montero

Rosa Montero nasceu em Madrid em 1951. Como jornalista, colabora em exclusivo com o jornal El País, tendo obtido, em 1980, o Prémio Nacional de Jornalismo e, em 2005, o Prémio da Associação de Imprensa de Madrid, por toda a sua vida profissional. Com A Louca da Casa recebeu o Prémio Grinzane Cavour de literatura estrangeira e o Prémio Qué Leer para o melhor livro espanhol, distinção que também foi atribuída, em 2006, a História do Rei Transparente. A Ridícula Ideia de Não Voltar a Ver-te viria a ganhar o Prémio da Crítica de Madrid 2014.
Recebeu, já em 2017, e pelo conjunto da sua obra, o Prémio Nacional das Letras Espanholas, galardão que o júri fundamentou com a «sua longa trajetória no romance, jornalismo e ensaio».
Para saber mais, visite o site da autora: www.rosamontero.es

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