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Amanhecer na Ceifa

The Hunger Games

de Suzanne Collins
Livro eBook
Editor: Editorial Presença, abril de 2025 ‧
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O tão aguardado quinto livro da série Os Jogos da Fome.

O dia dos Quinquagésimos Jogos da Fome amanhece e o medo apodera-se dos distritos de Panem. Esteano, em honra do segundo Quarteirão, todos os distritos devem enviar o dobro dos tributos aos Jogos.

No Distrito 12, Haymitch Abernathy tenta não pensar demasiado nas suas probabilidades. Tudo o que lhe interessa é que o dia passe para poder estar com a rapariga que ama.

Quando o nome de Haymitch é chamado, ele sente todos os seus sonhos desvanecerem-se. É afastado da sua família e do seu amor, e enviado para o Capitólio com os outros três tributos do Distrito 12: uma amiga, que é quase como uma irmã mais nova para ele, um rapaz obcecado por jogos de azar e a rapariga mais convencida da cidade. Quando os Jogos começam, Haymitch percebe que foi preparado para falhar.

Mas há algo nele que quer lutar… e fazer com que essa luta ecoe muito para além da arena mortal.
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A arte de ler em comboios e salas de espera

Há quem leia entre paragens — literalmente. Na sala de espera do centro de saúde, no banco desconfortável da estação de Entrecampos, Tunes, São Bento, ou no intervalo entre nomes invocados num balcão de atendimento, enquanto aguarda a sua vez para renovar o cartão de cidadão.
Não o fazem para cumprir metas anuais de leitura: fazem-no porque ali, nesse tempo sem dono, o livro é uma forma de estar presente — talvez a única.
Estes são leitores invisíveis: não partilham fotografias de lombadas, não sublinham a caneta amarelo fluorescente frases bonitas para publicar depois nas redes sociais. Leem porque precisam, porque aprenderam a converter o tempo disponível em reclusão interior.
Para estes leitores, os livros funcionam como objetos portáteis de lucidez. Não lhes importa se não estão no top de vendas ou se têm capas vistosas, instagramáveis. Têm, isso sim, uma estrutura que se acomoda aos ritmos da espera: contos, ensaios curtos, capítulos que não imploram continuidade, mas oferecem densidade.
A Senhora do Cãozinho, de Anton Tchékhov Um exemplo discreto e incontornável: A Senhora do Cãozinho, de Anton Tchékhov. Em poucas páginas, o autor apresenta uma história de implicações profundas: um homem casado conhece uma mulher na Crimeia, passeiam, falam pouco — a narrativa resiste ao melodrama, e é precisamente essa contenção que a torna inesquecível. Publicado pela primeira vez em 1899, este conto é considerado um dos mais perfeitos da literatura universal, explora temas como o desejo, o desencanto e a força subtil das ligações humanas. QUERO LER! » Bola de Sebo, de Guy de Maupassant Outro companheiro para levar consigo: Bola de Sebo, de Guy de Maupassant. Um grupo de passageiros partilha uma carruagem durante a guerra franco-prussiana. Entre eles, uma prostituta — generosa, solidária — contrasta com os demais, representantes de uma moral aparente que depressa se revela interesseira. Maupassant não redime nem condena, mas expõe, com precisão cirúrgica, a forma como a conveniência molda os valores. Escrita em 1880, esta novela atualíssima (essa magia dos Clássicos!) é um retrato impiedoso da hipocrisia burguesa e uma das obras que consagrou o autor como mestre do conto realista. QUERO LER! » Gerir o seu Dia a Dia, de Jocelyn K. Glei Para quem procura uma leitura “menos literária” e mais pragmática, Gerir o seu Dia a Dia, de Jocelyn K. Glei, proporciona reflexões breves sobre criatividade e organização. Reunindo conselhos de escritores, artistas e investigadores contemporâneos — como Seth Godin, Steven Pressfield ou Leo Babauta —, este livro propõe estratégias práticas para lidar com o excesso de informação, a pressão da produtividade e a fragmentação da atenção. Não há fórmulas mágicas, mas há ideias úteis para quem escreve, pensa ou simplesmente tenta organizar o caos diário. QUERO LER! » Criatividade, de John Cleese Na mesma linha, Criatividade, de John Cleese, desmonta o mito do artista iluminado. Com humor britânico e clareza desconcertante, o autor explica como o pensamento criativo nasce de um espaço protegido, sem julgamentos prematuros. Breve e acessível, este pequeno livro — escrito por um dos fundadores dos Monty Python — resume décadas de experiência em televisão, escrita, teatro e ensino criativo. É uma leitura que estimula e que descomplica sem banalizar. QUERO LER! » Desinformação, de Dan Ariely Desinformação, de Dan Ariely, propõe outro tipo de treino: o da atenção crítica. Ao explorar os mecanismos através dos quais acreditamos em ideias falsas, o autor obriga-nos a olhar para dentro e a perceber quantas vezes tomamos decisões com base em enviesamentos invisíveis. Baseado em estudos de psicologia comportamental e experiências concretas, Ariely desmonta narrativas falsas e alerta para os perigos da manipulação mediática, do autoengano e da polarização crescente. Um ensaio urgente para quem vive, como todos, rodeado de dados — e de distorções. QUERO LER! » Amanhecer na Ceifa, de Suzanne Collins Por fim, Amanhecer na Ceifa, de Suzanne Collins, traz a intensidade da ficção distópica para os momentos de espera mais longos. É o volume final da trilogia Os Jogos da Fome, por isso pede algum contexto — mas, para quem conhece a saga, é um reencontro certeiro. Collins escreve com tensão, mas também com consciência política. A sua protagonista, Katniss, carrega nas costas mais do que um enredo de ação: transporta a pergunta sobre o custo real da liberdade. Neste livro, o espetáculo do combate dá lugar à estratégia, à dúvida moral, à dor da reconstrução. É uma leitura que vai além do público juvenil, convocando questões universais sobre poder, sacrifício e justiça. QUERO LER! » Todos estes livros partilham algo: não exigem isolamento absoluto nem tempo ilimitado. Permitem ser interrompidos, sem que isso os fragilize, talvez porque nascem da mesma matéria que compõe a vida real — feita de fragmentos, hesitações, intervalos.
Ler em lugares públicos é, em certo sentido, um ato íntimo, é escolher entrar noutro tempo sem sair deste, reclamar que nem todo o tempo disponível precisa de ser desperdiçado.
E talvez, ao folhear uma página no meio do ruído, se descubra que a espera, afinal, pode ser habitada — e até transformadora.

Amanhecer na Ceifa

The Hunger Games

de Suzanne Collins

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722376389
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: abril de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 157 x 234 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 344
Tipo de produto: Livro
Coleção: Jovem Adulto
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura Fantástica
Livros em Português > Literatura > Jovem Adulto
EAN: 9789722376389

O regresso perfeito

Ana Araújo

Adorei regressar ao universo criado por Suzanne Collins e fazê-lo através do ponto de vista de uma personagem tão interessante e ao mesmo tempo tão misteriosa como o Haymitch foi a cereja no topo do bolo!! É uma história poderosa e arrebatadora, capaz de nos prender do início ao fim!

Chorei, vibrei e voltei a Panem com o coração cheio

Ana Rita

"Amanhecer na Seifa" foi uma leitura verdadeiramente marcante. Comprei o livro ainda em pré-venda, sendo uma grande fã da autora e do universo de "Os Jogos da Fome", e a experiência superou todas as expectativas. Foi emocionante conhecer melhor o Haymitch e perceber o que o levou a tornar-se na pessoa que já conhecíamos da trilogia original. A autora tem uma forma única de nos fazer sentir cada emoção das personagens desde amor, raiva, desespero e até revolta. Chorei várias vezes ao longo do livro e dei por mim a torcer intensamente pelas personagens. Também adorei acompanhar o crescimento do Haymitch, perceber como pensa, o quão inteligente é, e ver essa evolução tão bem construída. Outro ponto alto foi reencontrar outras personagens conhecidas, mas numa fase mais jovem das suas vidas. Um livro intenso, emotivo e absolutamente recomendado para quem gosta da saga.

Maravilhoso

Maria José

É incrível como um livro, cujo desfecho já conhecemos, consegue ainda assim prender-nos e absorver-nos desta forma. Para quem conhece esta série, seja pelos livros ou pelos filmes, o nome Haymitch será certamente familiar. Mas aqui, compreendemos finalmente de onde vem toda a sua amargura. Tenho a certeza de que, se gostam do universo de Panem, vão adorar este livro, mas preparem-se para sofrer. A autora não foi meiga, criou uma série de tributos formidáveis e fez-nos torcer por todos eles até ao fim. Principalmente pela Maysilee. Haymitch, meu querido, sabes o quanto gosto de ti… mas a Maysilee foi absolutamente arrebatadora. Corajosa, sem papas na língua, ousada, leal…ela é impressionante. A Katniss terá sempre um lugar especial no meu coração, mas a Maysilee conquistou um lugar especial ao seu lado. As emoções estão à flor da pele nesta nova viagem a mais uma arena de Panem, estou ansiosa para ver esta história adaptada ao grande ecrã, mal posso esperar por reviver tudo isto no cinema e ouvir as novas canções. Boas leituras! MJ¿¿

Arrebatador

Marisa Fernandes

Mais uma vez a Suzanne Collins consegue prender nos à história, somos mergulhados numa reflexão sobre a submissão implícita e os efeitos da propaganda, como é que isto nos condiciona, e tendo em conta o estado do mundo, esta reflexão torna-se cada vez mais pertinente. A história de Haymitch Albernaty é absolutamente arrebatadora, e com metáforas e reflexões filosóficas fundamentais. Todos deveriamos ler este livro.

Lindo e doloroso

Cidalia

Este livro respondeu a todas as questões que poderíamos ter sobre o Haymitch e os seus jogos e respondeu-as. Ao mesmo tempo parte-nos o coração. Suzanne Collins , por favor paga pela minha terapia...

Muito bom

IV

Este livro marca um regresso poderoso e muito esperado ao universo de The Hunger Games, com a mestria narrativa que caracteriza a autora. Neste novo capítulo, Collins aprofunda ainda mais as tensões políticas e emocionais de Panem, oferecendo uma história envolvente, repleta de crítica social, complexidade moral e personagens cativantes. Combinando ação, introspeção e comentário político, o livro expande o universo da série de forma madura e relevante, reafirmando o talento de Collins para transformar ficção distópica em reflexão contemporânea.

Emocional e profundo

Mariana

A prequela perfeita para os fãs da trilogia original.

Brilhante!

EmaC

A Suzanne Collins decidiu dar toda uma nova perspetiva ao que achávamos que sabíamos sobre os Jogos da Fome. Cheio de pequenas referências tanto à trilogia inicial como ao "Balada dos Pássaros e das Serpentes", tornar-se um livro obrigatório para os fãs da saga. Mas preparem os lenços, o resultado final é de partir o coração

Como sempre... não desilude** Amei ¿

Ana Teixeira

Para quem é fã é uma ótima leitura mais uma vez dentro deste universo. Saber a história por de traz da personagem é tão envolvente . Adorei*

Um sentimento de nostalgia.

Inês Martins

Foi muito bom voltar a este universo e rever as suas personagens. Embora tenho sentido que a história foi um pouco repetitiva e "apressada", gostei muito de revisitar o Haymitch e conhecer melhor a sua história.

O regresso mais esperado

Duarte

Este é o livro que todos os fãs de Hunger games esperavam e a verdade é que é um dos melhores da saga. Qualquer fã de Panem vai adorar rever algumas das suas personagens favoritas e, também, sofrer por elas. Este livro é a definição de vício

Incrível

NB

Voltar a este universo é sempre incrível para mim! Adorei a narrativa e o ritmo deste livro. Aconselhado para todos os fãs da série e para aqueles que querem saber sobre a origem dos personagens

SOBRE O AUTOR

Suzanne Collins

Suzanne Collins é autora de literatura infantojuvenil e argumentista de programas televisivos infantis, nomeadamente da Nickelodeon. Em conjunto, os seus livros já venderam mais de 87 milhões de exemplares, sendo a sua obra mais conhecida a trilogia Os Jogos da Fome, com a qual conquistou os leitores dos mais de 50 países onde se encontra publicada, tornando-se bestseller à escala mundial.
A série dedicada a Gregor, cujos três primeiros títulos foram já publicados pela Presença, encontra-se traduzida em 20 países.

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