Alta Áustria e Outras Peças

de Franz Xaver Kroetz
Editor: Cotovia, junho de 2014 ‧
Alta Áustria
A presente tradução estreou em 12 de Novembro 1976 no Instituto Alemão de Lisboa com interpretação de Márcia Breia e Orlando Costa, cenografia e figurinos de Eduardo Batarda, encenação de Jorge Silva Melo, numa produção do Teatro da Cornucópia.

Música para Si
Em Portugal, estreou em 1978, com interpretação de Isabel de Castro, encenação de Luís Miguel Cintra e Jorge Silva Melo e cenografia de Jorge Pacheco. A partir dessa encenação, Solveig Nordlund realizou um filme produzido pela Cooperativa Grupo Zero.

Novas Perspectivas
Em Portugal, esta tradução estreou em 1983 no Teatro do Bairro Alto com encenação de Luís Miguel Cintra, cenografia e figurinos de Cristina Reis e interpretação de Dalila Rocha, uma produção do Teatro da Cornucópia. Nesse mesmo ano, Solveig Nordlund realizou, para o Grupo Zero, um filme a partir do espectáculo.

Viagem para a Felicidade
Em Portugal, a presente tradução serviu de base, em 1978, a um filme de Solveig Nordlund produzido pelo Grupo Zero e Teatro da Cornucópia com Lia Gama na protagonista. Posteriormente, Rogério de Carvalho haveria de dirigir um espectáculo no Teatro do Século com Maria N´Zambi (1980) e, anos depois, com Lucinda Loureiro (1986).

Alta Áustria e Outras Peças

de Franz Xaver Kroetz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728972691
Editor: Cotovia
Data de Lançamento: junho de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 172 x 238 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 108
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livrinhos de Teatro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789728972691

SOBRE O AUTOR

Franz Xaver Kroetz

Franz Xaver Kroetz nasce em Munique em 1946. Estuda representação na Escola Max-Reinhardt, de onde sai «por falta de técnica». Trabalha em alguns teatros regionais. Em 1966, escreve a sua primeira peça, Die Nacht der weißen Segel (que virá a ser Das Nest). Adapta Shakespeare e Goncharov. A partir do encontro com Fassbinder, cuja equipa integra no final dos anos 60, irá descobrir o teatro realista e regional de Marieluise Fleißer, a grande influência do novo realismo alemão. Escreve sem cessar e, a partir da estreia tumultuosa de Heimarbeit no Kammerspiele de Munique, passa a ser um dos autores mais representados na Alemanha Federal e em França. É militante do Partido Comunista alemão entre 1972 e 1980. Em 1972, o enorme triunfo de Alta Áustria afirma o «teatro do quotidiano», um pequeno realismo atento à vida e à língua pobre de operários e camponeses, que terá epígonos um pouco por todo o mundo. As suas peças são dirigidas por encenadores como Peter Stein, Jacques Lassale, Alain Olivier, muitas vezes por si próprio e adaptadas ao cinema (nomeadamente por Fassbinder) e à televisão. É autor de mais de quarenta peças e guiões para televisão. Em 1995 é-lhe atribuído o Prémio Brecht e rompe com a editora Suhrkamp, que o publicara desde o início. Em Portugal, foi revelado pelo Teatro da Cornucópia.

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