Alpalhão
Palavras, falares e modos de dizer de uma vila do Alentejo
Editor:
Edições Colibri, outubro de 2021 ‧
ver detalhes do produto
SINOPSE
Alpalhão, povoação tão antiga que há quem diga que possa ter sido a Fraxinium dos romanos, fica no Alentejo, a nordeste, no concelho de Nisa. Teve castelo, possivelmente reconstruído em 1300 a mando de D. Dinis e, mais tarde, restaurado nos tempos de D. Manuel I. Dele restam o pátio, dividido por vários quintais, e algumas paredes aproveitadas nas casas circundantes.
No decorrer da Guerra da Restauração (1640-1668) D. João IV mandou envolver a vila de muros de que ainda são visíveis alguns vestígios. Por serem pobres os solos, os alpalhoeiros encontraram na privilegiada colocação da sua vila na rede de estradas e caminhos, o modo de vida para a sua subsistência: foram os carreteiros das vilas vizinhas. Ocupação que complementaram com uma agricultura de subsistência nas fazendas que orlavam o aglomerado de casas.
Os mais pobres alimentaram os ranchos que, nas grandes herdades do Sul e do Ribatejo, gastavam grande parte do ano em pegas sucessivas nos trabalhos sazonais. Depois, as grandes ondas migratórias de meados do século XX, primeiro para o litoral, depois para França, foram desfalcando Alpalhão de gente, à semelhança de todo o território do interior.
Neste primeiro quartel do século XXI, com pouco povo e de muita idade, mais premente se torna recolher o que ainda pode ser arrecadado do património abastado, genuíno e variado do que foi uma pequena comunidade rural ao cimo do Alentejo. É o que se pretende ajudar com a publicação deste trabalho.
No decorrer da Guerra da Restauração (1640-1668) D. João IV mandou envolver a vila de muros de que ainda são visíveis alguns vestígios. Por serem pobres os solos, os alpalhoeiros encontraram na privilegiada colocação da sua vila na rede de estradas e caminhos, o modo de vida para a sua subsistência: foram os carreteiros das vilas vizinhas. Ocupação que complementaram com uma agricultura de subsistência nas fazendas que orlavam o aglomerado de casas.
Os mais pobres alimentaram os ranchos que, nas grandes herdades do Sul e do Ribatejo, gastavam grande parte do ano em pegas sucessivas nos trabalhos sazonais. Depois, as grandes ondas migratórias de meados do século XX, primeiro para o litoral, depois para França, foram desfalcando Alpalhão de gente, à semelhança de todo o território do interior.
Neste primeiro quartel do século XXI, com pouco povo e de muita idade, mais premente se torna recolher o que ainda pode ser arrecadado do património abastado, genuíno e variado do que foi uma pequena comunidade rural ao cimo do Alentejo. É o que se pretende ajudar com a publicação deste trabalho.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895661077 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | outubro de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 231 x 21 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 318 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Memórias e Testemunhos
|
| EAN: | 9789895661077 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%ContosEdições Colibri14,00€ 10% CARTÃO
-
10%Solidão do Tempo EsquecidoEdições Colibri10,00€ 10% CARTÃO