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Almas Cativas e Poemas Dispersos

(2ª edição)

de Roberto de Mesquita
Editor: Companhia das Ilhas, março de 2026 ‧
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Roberto de Mesquita nasceu a 19 de Junho de 1871, na ilha das Flores, lugar onde viveu quase ininterruptamente. Os Açores foram a sua pátria: fez estudos na Terceira e no Faial e trabalhou alguns anos no Pico e no Corvo, na condição de funcionário da Fazenda Pública. Do arquipélago apenas saiu uma vez, em 1904, tendo-se deslocado a algumas cidades de Portugal continental. Casou, mas não teve filhos. Levou uma vida de isolamento, temperada pela leitura, pela música (foi primeiro-clarinete na Filarmónica União Musical Florentina), pelos afazeres do emprego. Morreu no dia 31 de Dezembro de 1923, a recitar versos de simbolistas franceses e de poetas lusos.

Em vida, não publicou senão meia dúzia de poemas em jornais e revistas. O livro, Almas Cativas, seria editado oito anos depois da sua morte, em 1931. Uma edição modesta, de tiragem reduzida, que parecia votada ao silêncio, não fora Vitorino Nemésio ter encontrado aí «uma tristeza emotiva, quasi climatérica, que aflora uma alma entorpecida pela humidade dos Açores». A segunda edição, revista e aumentada, sairia várias décadas depois, em 1973.

Roberto de Mesquita, como Cesário Verde e Camilo Pessanha, tudo viveu interiormente. Como eles e António Nobre, foi autor de um livro só.

Almas Cativas e Poemas Dispersos

(2ª edição)

de Roberto de Mesquita

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899154988
Editor: Companhia das Ilhas
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 221 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789899154988

SOBRE O AUTOR

Roberto de Mesquita

Roberto de Mesquita nasceu a 19 de junho de 1871, na ilha das Flores, lugar onde viveu quase ininterruptamente. Os Açores foram a sua pátria: fez estudos na Terceira e no Faial e trabalhou alguns anos no Pico e no Corvo, na condição de funcionário da Fazenda Pública.

Do arquipélago apenas saiu uma vez, em 1904, tendo-se deslocado a algumas cidades de Portugal continental. Casou, mas não teve filhos. Levou uma vida de isolamento, temperada pela leitura, pela música (foi primeiro-clarinete na Filarmónica União Musical Florentina), pelos afazeres do emprego. Morreu no dia 31 de dezembro de 1923, a recitar versos de simbolistas franceses e de poetas lusos.

Em vida, não publicou senão meia dúzia de poemas em jornais e revistas. O livro, Almas Cativas, seria editado oito anos depois da sua morte, em 1931. Uma edição modesta, de tiragem reduzida que parecia votada ao silêncio, não fora Vitorino Nemésio ter encontrado aí «uma tristeza emotiva, quasi climatérica, que aflora uma alma entorpecida pela humidade dos Açores». A segunda edição, revista e aumentada, sairia várias décadas depois, em 1973.

Roberto de Mesquita, como Cesário Verde e Camilo Pessanha tudo viveu interiormente. Como eles e António Nobre, foi autor de um livro só.

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