Alguma Coisa Negro
Editor:
Tinta da China, Janeiro de 2017 ‧
ver detalhes do produto
19,90€
10% DESCONTO
CARTÃO
Vld0WVptSm9iVTAwWm5oNFlpdGxSVUYwU25wdFZXUjFSbTVuVjNvMlJXWlZTRkZMYzNSNllVNHJlbHBHVmxWQlRVMVVRV2hsUVhOcEwzcElSWFpxYVdSTFFteExaVWhLTWpoNk0yVTRXbU5WVDA1NmNsVnZUSEJKTmxacmFWcFVkamsxYkM4eGNUQlRVelZpY2pRd1JXcEpSMU54V2xaaVFXVklPVXROVW1FeFNVeEJNMnc0WlVsNk5tZDBSV2RyU25BNFFtTjFkWGR3TWsxVFVqbGtia3R2YjB0UmRtUkxNamRRYVRsb0wybHJSWFp2UVRST2NGVm5kRGd2YlM5RVJYZFFXR2RWU1M5VVpXeG1jRWxFWW5ZdllYRTVXalpaU2pSdmFIaGpUVXd4Um1kbFRVeGFPVWxRTldsU1lXSldOVGhJZHpGcGIyYzFUek55U1RSRE4wdGhRMWxHVVVWWldtVjFWakUxUkhsc05TOHpVR0Z6SzJaclNYWXJaMmwwTldoaVoweEdNVVZTTVdsRWRIazVNM05FWmtob1oydFNiVUZuWmsxd2RsaE9UMVpYVFZZNVZTOU9VVkpSWW1oS1JqVXpialpUT0dSNmVFSkdVVVZzVnpWSmMycHJTWEZVZG1Kb1NtNXNWWG81THpCWFFXMVhabUpqVVdjMk5HdGFVbXhvVERVMVJqaHdhMlJKZVV4RlRXTjVVbmRYWmxKU1MyMU9lRmRYYmlzeGJrVnpZa0ZrYzNCSFYyMXRXVlpUWkVWRVMzSktNVXczWjNObVQyc3hhWEYwZFdneE4xbHpZVmM0Vkd0MlNtVllibTVtY25oU1lrbEpVMVpUUTNGdVdHWkRhek5EYlZodU9HbHpkVm9yYlROMVFqSlFZbFpRYzJ4a1psWXhibWc1WmxneFdWWm1VR3hGYUVwd01ETlRNRWhpTm5rck1qTndXSGhYWWtocmMwMVpXVXRYVlZWUlJWQXphakJyVVROeGNsUTBSMDlqTm0xSWRGRlRRMnRvVjJoemJGSlphWFZKUXpsS2IwcE9OMmhMZW1nNVZrRllZbnBvYVZReU5FRm9RazR6ZG1wNVdGSnNSaTgxSzFjd2MzZG5aRXBKU2xGTGRUVm9TV1Z4V1hSWWFuTllXVFpIVjB3dmFXUTJZbTFXVWpKV05qQnhNbmRqVFRoaGExb3dWeTk2ZUdsUFFtTlRhbFZsYzJodFduVnhjMEZaYkcxcVIzRjRTelp3ZGs1MlMxVkhORlEwZG1ob1pFbzFOMHBxVUZaMVFrTjBlSEJZTlZwV1lXWkZXbEpuYTNkV2VFWk9iakowU21kR1ltOHhTbXBIUzNkU2EzVkRlbE5SVFc5bjo3TklXZ2F3WUpQN3R0V3I3dGZyOHF3PT0=
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
Alguma Coisa Negro (1986) é um in memoriam dedicado à artista canadiana Alix Cléo Roubaud, falecida aos 31 anos com uma embolia pulmonar. O seu viúvo, Jacques Roubaud, enfrenta uma afasia depressiva, e inventa fórmulas elegíacas que não as tradicionais («evocação, imprecação, futuro anterior»). A linguagem quer ir muito além de um banal «onde estás?», ao mesmo tempo que contesta a incomunicabilidade entre emoção e experimentalismo. Em nove sequências com nove poemas de nove estrofes (herança das matemáticas, que o poeta estudou e ensinou, e dos constrangimentos formais tão apreciados pela confraria OuLiPo), o monólogo transforma-se em diálogo virtual, hipotético.
Roubaud formula proposições teóricas, meditações melancólicas, enquanto concebe outros mundos, possíveis ou ficcionais. A vida continua, a escuridão continua. E continua tudo o que Alix deixou: cartas, diários, gravações, fotografias, auto-retratos. Imagens materiais e imagens mentais que unem os vivos e os mortos ou que os afastam mais ainda.
Roubaud formula proposições teóricas, meditações melancólicas, enquanto concebe outros mundos, possíveis ou ficcionais. A vida continua, a escuridão continua. E continua tudo o que Alix deixou: cartas, diários, gravações, fotografias, auto-retratos. Imagens materiais e imagens mentais que unem os vivos e os mortos ou que os afastam mais ainda.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896713508 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 146 x 198 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 256 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789896713508 |
OPINIÃO DOS LEITORES
ALÉM-DOR
Ruy Ventura
"Alguma Coisa Negro" não é apenas a catarse duma partida. É, também, a catarse da erosão da linguagem, combinada com o questionamento do estatuto das imagens neste nosso tempo. Onde está a imanência? Onde está a transcendência? Este livro ajuda-nos a pensar nisso...
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%MarsupialFlaneur8,10€
9,00€ -
10%VíveresTinta da China15,90€ 10% CARTÃO