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Al-Qaeda e o Significado de Ser Moderno

de John Gray
Editor: Relógio D'Água, abril de 2004 ‧
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Os ataques terroristas de 11 de Setembro destruíram não só milhares de vidas humanas e o World Trade Center, mas um dos mitos dominantes do Ocidente. Neste livro, John Gray põe em causa a crença que herdámos do Iluminismo de que o progresso da ciência seria acompanhado da emancipação da humanidade e de uma universalização dos valores ocidentais, crença que ainda hoje se reflecte no modo como é conduzida a guerra contra o terrorismo. Gray questiona ainda a ideia de que a Al-Qaeda é um anacronismo ou uma regressão aos tempos medievais. Para ele o Islão radical é moderno e devedor das ideologias ocidentais, sendo a Al-Qaeda um dos mais inesperados e terríveis produtos da globalização.

Al-Qaeda e o Significado de Ser Moderno

de John Gray

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727088003
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: abril de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 210 x 12 mm
Páginas: 156
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789727088003
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

John Gray

John Nicholas Gray (nascido 17 de abril de 1948) é um filósofo político Inglês. Foi professor da Escola de Estudos Europeus na Faculdade de Economia e Ciência Política de Londres. É colaborador regular do The Guardian, The Times Literary Supplement e o New Statesman.
Autor de vários livros importantes, escreveu vários livros influentes, incluindo False Dawn: The Delusions of Global Capitalism (1998), onde argumenta que a globalização do mercado livre é um projeto iluminista instável atualmente em processo de desintegração, em Sobre Humanos e Outros Animais (edição Portuguesa, 2007) , ataca o humanismo filosófico, uma visão do mundo que potencia as ideologias religiosas extremistas e em Black Mass: Apocalyptic Religion and the Death of Utopia (2007), faz uma crítica ao pensamento utópico do mundo moderno. Gray considera que a moralidade é uma ilusão e retrata a humanidade como uma espécie voraz determinada em exterminar outras formas de vida. Gray escreve que "os seres humanos ... não pode destruir a Terra, mas podem facilmente destruir o meio ambiente que os sustenta.".

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