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Aïcha, a Bem-Amada de Maomé

As Mulheres do Islão - 3º Volume

de Marek Halter
Editor: Bizâncio, março de 2016 ‧
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Aïcha encerra a trilogia As Mulheres do Islão.
Este último volume mostra o aparecimento de um Islão conquistador, que afastou as mulheres, apesar da oposição de Muhammad e que conduziu à divisão entre sunitas e xiitas, que ainda hoje ensanguenta o mundo árabe e o Ocidente.

«Chamo-me Aïcha bint Abi Bakr.
Há cerca de sessenta anos que me chamam Aïcha, Mãe dos Crentes. Sei que Allah, o Clemente e Misericordioso, não tardará a julgar a minha vida.
Quis que ela fosse longa, bela e terrível.
Quis que a minha memória fosse incomparável, a fim de a pôr ao serviço da Sua vontade e do Seu Enviado»

Aïcha, a Bem-Amada de Maomé

As Mulheres do Islão - 3º Volume

de Marek Halter

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725305720
Editor: Bizâncio
Data de Lançamento: março de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 232 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ilhas Encantadas
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789725305720

Uma das Mães dos fFéis

AFerreira

Neste ponto de afirmação do Islão existe algo que não encaixa na sociedade ocidental e que hoje em dia no Ocidente não é permitido. Além da poligamia, o casamento infantil. Chega a ser incómodo. Mas Aicha ciente da sua condição, acomodada e ultrapassada por outras esposas de Maomé soube ter o seu papel fundamental no registo e na fé no Islão. Não restam dúvidas que apesar das "tradições" religiosas do Islão foram e são contudo as mulheres a Força dessa fé mesmo tendo aos nossos olhos um papel inferior, o terceiro volume que nos traz inquietude sobre a posição da Mulher no Islão hoje em dia. É contudo uma leitura importantíssima para compreender a evolução desta fé. Recomendo vivamente a leitura dos três volumes - Khadija, Fatima e Aïcha, as três Grandes do Islão.

SOBRE O AUTOR

Marek Halter

Escritor e ensaísta devotado à causa dos direitos humanos, nasceu na Polónia e a sua infância foi marcada por dificuldades, desde a vida no gueto de Varsóvia, aos campos de refugiados do Usbequistão. Vítima da violência anti-semita, que marcou a Europa dos anos 40, dedicou-se – desde que se instalou em França – à militância contra o racismo e o anti-semitismo.

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