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Agente X.99

Histórias e versos do espaço

de Gianni Rodari; Ilustração: Federico Delicado
Editor: Kalandraka, junho de 2021 ‧
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«Quer saber se é verdade que, durante uma das minhas explorações espaciais, tendo aterrado num planeta selvagem, me fiz passar pelo Deus do Fogo? Não, senhor jornalista, não é verdade. Não gosto de andar por aí a enganar as pessoas, mesmo que se trate de macacos enormes com seis patas, como foi o caso. Dizem coisas muito exageradas sobre as minhas aventuras…» Ao longo de uma entrevista a um jornalista, o Agente X.99 evoca, numa espécie de 'flashback', as suas rocambolescas memórias e fantásticas missões pelo espaço, enquanto guardião do asteroide homónimo. Em cada episódio desta obra, que representa uma incursão de Gianni Rodari pela ficção científica, abre-se uma porta à reflexão crítica, ao mesmo tempo que se abordam temas como a desoberta, a exploração, o progresso, a natureza, a renovação pedagógica, o totalitarismo ou o fanatismo.

Agente X.99

Histórias e versos do espaço

de Gianni Rodari; Ilustração: Federico Delicado

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897491429
Editor: Kalandraka
Data de Lançamento: junho de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 241 x 10 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 84
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Juvenil
EAN: 9789897491429

SOBRE O AUTOR

Gianni Rodari

Gianni Rodari (Omegna, Itália, 1920 - Roma, Itália, 1980) Político, jornalista, pedagogo e escritor, recebeu o Prémio Andersen em 1970. Diplomou-se pelo Magistério e começou a dar aulas particulares. Vinculou-se ao Partido Comunista Italiano e colaborou com jornais como «L’Ordine Nuovo» e «L’Unitá», em cujas páginas explanou a sua paixão pela literatura infantil. Autor de uma vasta obra, conheceu o sucesso com títulos como «Contos ao telefone», «Il romanzo di Cipollino» ou «Novelle fatte a macchinna», que são também algumas das suas obras-primas, portadoras de um novo paradigma que renovou a literatura tradicional e demonstrou que a brevidade pode não apenas ser sinónimo de uma boa narrativa, como até permitir ao leitor a decisão de idealizar o final da história. A partir das suas visitas a escolas e do seu trabalho dedicado à infância, escreveu a «Gramática da fantasia» (1973), a sua grande contribuição para a pedagogia contemporânea, com a qual transmitiu uma visão própria, revolucionária e libertadora de literatura.
http://www.giannirodari.it

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