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A Vítima Tem Sempre Razão?

Lutas Identitárias e o Novo Espaço Público Brasileiro

de Francisco Bosco
Editor: Tinta da China, fevereiro de 2018 ‧
15,90€
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Novos movimentos identitários, Radicalismos, linchamentos virtuais e redes sociais: Francisco Bosco analisa o novo espaço público em que vivemos. A luta política tem vindo a radicalizar-se. O debate público ganhou novas vozes, como os movimentos negros ou feministas, e tomou as redes sociais, numa democratização que, ao contrário do que seria de esperar, está a criar um ambiente marcado pela estridência e pela intolerância.

Em A Vítima Tem Sempre Razão?, Francisco Bosco, um dos mais brilhantes e argutos pensadores do Brasil actual, analisa este preocupante panorama a que chegámos, provocando ele próprio reacções extremadas, e apresentando outras polémicas muito recentes, como por exemplo:

— Os blocos de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo que, em 2017, deixaram de tocar grandes clássicos da música brasileira («Olha a cabeleira do Zézé») por serem considerados preconceituosos;
— A mulher branca que foi confrontada por usar um turbante, acusada de apropriação cultural;
— Um vídeo de Mallu Magalhães, atacado por fazer uma representação sexualizada dos negros que dançam ao som da música.

A Vítima Tem Sempre Razão?

Lutas Identitárias e o Novo Espaço Público Brasileiro

de Francisco Bosco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896714178
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: fevereiro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 144 x 230 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789896714178

SOBRE O AUTOR

Francisco Bosco

Francisco Bosco nasceu no Rio de Janeiro em 1976. É doutor em teoria da literatura, com uma dissertação sobre Roland Barthes, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professor e conferencista, foi coordenador da Rádio Batuta (Instituto Moreira Salles) e colunista de «O Globo». Publicou os livros «Alta Ajuda», «Banalogias», «E livre seja este infortúnio», «Dorival Caymmi» e «Da amizade». Em 2015, foi nomeado presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes do Brasil).

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