A Tradição Maçónica e o Despertar da Consciência

de Rémi Boyer
Editor: Arcano Zero, julho de 2009 ‧
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Depois de publicar diversas obras referentes às tradições esotéricas, literárias e filosóficas, Rémi Boyer escreve este ensaio dedicado a todos os Demandadores. Mais um livro sobre Maçonaria!, pensarão alguns leitores. No entanto, este cria uma ruptura profunda. Coloca os problemas da iniciação maçónica e define até a sua praxis. Este livro vem repor tudo em causa e suscitar o debate, pois, de facto, existem dois conceitos maçónicos que não se podem compreender um ao outro.

Para o Autor, a Via maçónica é não apenas uma aprendizagem da liberdade, no sentido profundo do termo, mas, também, uma via para o Despertar. Citando Lautréamont: "O sono é uma recompensa para uns, um suplício para outros, para todos, uma sanção". Decerto, é disso que se trata, sair do mundo do sono e do sonho, dessa sanção, e, sem dúvida, fazer sair o outro se a sua busca for semelhante. Tal como escreveu um filósofo existencialista contemporâneo: Como posso eu ser livre se os outros o não são?.

A Tradição Maçónica e o Despertar da Consciência

de Rémi Boyer

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898233028
Editor: Arcano Zero
Data de Lançamento: julho de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 220 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 174
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Esoterismo
EAN: 9789898233028

SOBRE O AUTOR

Rémi Boyer

Nascido em 1958, Rémi Boyer começou desde cedo a exploração do mundo das Vanguardas, da Iniciação e das Filosofias do Despertar. Trabalha, desde então, para uma nova aliança entre as filosofias do Despertar e as vanguardas artísticas. Membro da Société des Gens de Lettres, considera a Literatura como uma forma de metafísica, tendo-se envolvido ativamente no movimento das revistas desde os Anos 80, nomeadamente na experiência excecional da revista de tradições e vanguardas, L’Originel, dirigida por Charles Antoni, e, mais tarde, no seio de Pris de Peur e Mange Monde, revistas da Casa dos Surrealistas de Cordes-sur-Ciel, dirigidas por Paul Sanda. Também colabora ou colaborou com inúmeras revistas europeias, entre as quais L’écho des poneys, Supérieur Inconnu, Place aux sens, La Soeur de l’Ange, Initiera, Cahiers chroniques, Historia occultae, etc. Contribui igualmente, desde 2007, para os magazines eletrónicos Vendémiaire e La faute à Diderot. Dirige, desde 1992, a revista L’Esprit des Choses, especializada na filosofia de Louis-Claude de Saint-Martin, no Martinismo e na Franco-maçonaria, assim como, desde 1996, a crónica literária La Lettre du Crocodile. Dirige atualmente a coleção Grimoires nas Edições Rafael de Surtis. Depois de ter assegurado a edição da obra de Claude Bruley, acaba de lançar, na mesma editora, os Cadernos de Lima de Freitas, sob a égide da Sociedade de Estudos e Investigação sobre o Quinto Império. Lusófilo, Membro do Movimento Internacional Lusófono, autor de uma vintena de ensaios traduzidos em várias línguas, mais particularmente em português, é também autor de novelas, poemas, contos filosóficos e textos destinados à animação da discussão filosófica com crianças. Calígrafo, impregnado pela cultura oriental, ilustra por vezes ele próprio os seus livros e apela geralmente a artistas originais como Lima de Freitas, Jean-Gabriel Jonin, Virginie Rapiat.

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