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A Reconciliação e os Meios de Comunicação Social no Processo de Democratização em Angola
Uma reflexão antropológica à luz da Exortação Apostólica Reconciliação e Penitência do Papa João Paulo II (2ª edição)
Editor:
LisbonPress, julho de 2025 ‧
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SINOPSE
A reconciliação e os meios de comunicação social desempenham um papel fundamental no processo de democratização em Angola. Pós décadas de guerra civil, a paz e a estabilização política no país exigiram um esforço contínuo para curar as feridas do passado e promover a unidade nacional. Neste contexto, a reconciliação tornou-se uma prioridade, com a necessidade de superar divisões étnicas, regionais e políticas.
Os meios de comunicação social surgiram como instrumentos cruciais na disseminação de informações e na promoção do diálogo entre diferentes segmentos da sociedade angolana, principalmente os do MPLA, da FNLA e da UNITA. A imprensa, a rádio, a televisão e, sobretudo, as plataformas digitais — estas últimas, por sua vez, têm contribuído na construção de uma opinião pública mais informada e consciente dos processos democráticos. Algumas plataformas digitais idóneas têm ajudado a fortalecer a participação cívica das pessoas. A imprensa, se fosse livre e com a pluralidade de vozes, permitiria uma maior transparência e fiscalização do poder público.
Contudo, a transição para uma democracia plena tem enfrentado grandes desafios, com a concentração da mídia nas mãos do único sistema partidário do MPLA e a limitação da liberdade de expressão em determinados momentos, o que causa prejuízos. Agem de modo parcial, em favor do sistema, unicamente em função do lucro, do próprio interesse e do enriquecimento em vantagem ao MPLA.
Neste sentido, a evolução da comunicação social em Angola tem demonstrado uma grande decrescente de noventa por cento (90%) de incompetência, uma incapacidade de contribuir para a reconciliação nacional, ao promover debates, esclarecer questões históricas a seu favor e, em vez de aproximar a sociedade, simplesmente afasta-a das instituições democráticas.
Em suma, a reconciliação em Angola, alimentada pela mídia e pelos canais de comunicação estatal, tem fomentado desinformação voltada mais para o ódio, regionalismo, tribalismo e divisões. Os meios que deveriam ser essenciais para consolidar a paz, a estabilidade e a democracia no país deixam a desejar. Ainda existem muitos desafios para serem totalmente superados.
Os meios de comunicação social surgiram como instrumentos cruciais na disseminação de informações e na promoção do diálogo entre diferentes segmentos da sociedade angolana, principalmente os do MPLA, da FNLA e da UNITA. A imprensa, a rádio, a televisão e, sobretudo, as plataformas digitais — estas últimas, por sua vez, têm contribuído na construção de uma opinião pública mais informada e consciente dos processos democráticos. Algumas plataformas digitais idóneas têm ajudado a fortalecer a participação cívica das pessoas. A imprensa, se fosse livre e com a pluralidade de vozes, permitiria uma maior transparência e fiscalização do poder público.
Contudo, a transição para uma democracia plena tem enfrentado grandes desafios, com a concentração da mídia nas mãos do único sistema partidário do MPLA e a limitação da liberdade de expressão em determinados momentos, o que causa prejuízos. Agem de modo parcial, em favor do sistema, unicamente em função do lucro, do próprio interesse e do enriquecimento em vantagem ao MPLA.
Neste sentido, a evolução da comunicação social em Angola tem demonstrado uma grande decrescente de noventa por cento (90%) de incompetência, uma incapacidade de contribuir para a reconciliação nacional, ao promover debates, esclarecer questões históricas a seu favor e, em vez de aproximar a sociedade, simplesmente afasta-a das instituições democráticas.
Em suma, a reconciliação em Angola, alimentada pela mídia e pelos canais de comunicação estatal, tem fomentado desinformação voltada mais para o ódio, regionalismo, tribalismo e divisões. Os meios que deveriam ser essenciais para consolidar a paz, a estabilidade e a democracia no país deixam a desejar. Ainda existem muitos desafios para serem totalmente superados.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893796047 |
| Editor: | LisbonPress |
| Data de Lançamento: | julho de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 233 x 8 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 118 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História da África
|
| EAN: | 9789893796047 |
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