adicionar à lista de desejos
A Reconciliação e os Meios de Comunicação Social no Processo de Democratização em Angola
Uma reflexão antropológica à luz da Exortação Apostólica Reconciliação e Penitência do Papa João Paulo II (2ª edição)
Editor:
LisbonPress, julho de 2025 ‧
ver detalhes do produto
13,50€
10% DESCONTO
IMEDIATO
WTBOQ1dVUjVUazV5WkROdVNYUkpSMWhKUTBwbGNFcFhlWGhST1VwWlZVdE9NRkZ6T1VwU2VuSjNUalpWYW5CdWNUaG9TbVJLWjNCc2JUUkphMEoxTm5aTVUxWjBZVFYwY0V0a2RtcEpWWGRpUzJwMFoxZFROazlsVFhKS2RHeFdjVlJtVFVSTU5EY3dMMUpXTVVSbWVVeEJaMVF4YmtSclRVMWlaaTl6TDB4U00zSm5Ua2RDUm1Sb01XRk9LMWhsTWtOTGFqRTFkbTEyVTNkM2JXMW5RMHhOYTNGMFFWUnVNek5WY25OeFVWbHdaVW8zU3pOTlRsbzRlRFp5Ulhwa1NXNTRRWGxxWlZsaFNHNUVkVWxNVjFReVpEWnpXV0pYTTJWR09YWkxRVXBaWTBOeWJFcE5UekE0VW5sb1pGaG5ZMDkxUW5wdGVXTjBaSFJwWmpaMGNVTTBZMlZvUlROWFFWbHFNRGRRZVZJclkwcHFZMFJoUTNnMlNXMXdSV05QVWpCcllXWmllVXg1U1hoWWVFWkJSWGg1Y0dkTGNtOHJhV3N6Y1c1M04xVkVVakZxV1U1NU9DOW5abWgzT0ZOdkt6UlVUMFl3WkhKWlVsVmFUazVWUzNWUmNEZG5ObnBaT1ZSVU1HbHBNbUZwZUZKcWNFaG5jMHBGVWtJeWJYcDJaMHRqY1U0MlVWWk1TRzlwUzJRek9HOTJZMkp4Tmxsb2FVZEtWMmM1VVZrMlpFcEVXRzh2T1hrNU0yVmtjbk5LTkdaQ04ySjNPVU5DT0dsV1ZYVnhOWEJpTldWRFNWQTVRMmRLVkhkV1dUTTJlbGRzZWxKM1VIUnFOSGtyVUZsWWRsTnVWMDlGUzBSV1RqRnFWbGQ2YVdGWVNsa3dRa3BtZW5CSWRWcFlZblZVUjIxblJURlVaMGt5TWxacVZYUmlhMU0xVTNsR2JHcDZVVXB3TVdrMlRGRkdLMWRpVEdGNE5rcFVTVVZIY2sxMWVIRklPU3RoUzI5RVEwOVJVamhEOk82dEVyaHhmUzQwRnhPcmNZOUVUUUE9PQ==
EM STOCK
-
SINOPSE
A reconciliação e os meios de comunicação social desempenham um papel fundamental no processo de democratização em Angola. Pós décadas de guerra civil, a paz e a estabilização política no país exigiram um esforço contínuo para curar as feridas do passado e promover a unidade nacional. Neste contexto, a reconciliação tornou-se uma prioridade, com a necessidade de superar divisões étnicas, regionais e políticas.
Os meios de comunicação social surgiram como instrumentos cruciais na disseminação de informações e na promoção do diálogo entre diferentes segmentos da sociedade angolana, principalmente os do MPLA, da FNLA e da UNITA. A imprensa, a rádio, a televisão e, sobretudo, as plataformas digitais — estas últimas, por sua vez, têm contribuído na construção de uma opinião pública mais informada e consciente dos processos democráticos. Algumas plataformas digitais idóneas têm ajudado a fortalecer a participação cívica das pessoas. A imprensa, se fosse livre e com a pluralidade de vozes, permitiria uma maior transparência e fiscalização do poder público.
Contudo, a transição para uma democracia plena tem enfrentado grandes desafios, com a concentração da mídia nas mãos do único sistema partidário do MPLA e a limitação da liberdade de expressão em determinados momentos, o que causa prejuízos. Agem de modo parcial, em favor do sistema, unicamente em função do lucro, do próprio interesse e do enriquecimento em vantagem ao MPLA.
Neste sentido, a evolução da comunicação social em Angola tem demonstrado uma grande decrescente de noventa por cento (90%) de incompetência, uma incapacidade de contribuir para a reconciliação nacional, ao promover debates, esclarecer questões históricas a seu favor e, em vez de aproximar a sociedade, simplesmente afasta-a das instituições democráticas.
Em suma, a reconciliação em Angola, alimentada pela mídia e pelos canais de comunicação estatal, tem fomentado desinformação voltada mais para o ódio, regionalismo, tribalismo e divisões. Os meios que deveriam ser essenciais para consolidar a paz, a estabilidade e a democracia no país deixam a desejar. Ainda existem muitos desafios para serem totalmente superados.
Os meios de comunicação social surgiram como instrumentos cruciais na disseminação de informações e na promoção do diálogo entre diferentes segmentos da sociedade angolana, principalmente os do MPLA, da FNLA e da UNITA. A imprensa, a rádio, a televisão e, sobretudo, as plataformas digitais — estas últimas, por sua vez, têm contribuído na construção de uma opinião pública mais informada e consciente dos processos democráticos. Algumas plataformas digitais idóneas têm ajudado a fortalecer a participação cívica das pessoas. A imprensa, se fosse livre e com a pluralidade de vozes, permitiria uma maior transparência e fiscalização do poder público.
Contudo, a transição para uma democracia plena tem enfrentado grandes desafios, com a concentração da mídia nas mãos do único sistema partidário do MPLA e a limitação da liberdade de expressão em determinados momentos, o que causa prejuízos. Agem de modo parcial, em favor do sistema, unicamente em função do lucro, do próprio interesse e do enriquecimento em vantagem ao MPLA.
Neste sentido, a evolução da comunicação social em Angola tem demonstrado uma grande decrescente de noventa por cento (90%) de incompetência, uma incapacidade de contribuir para a reconciliação nacional, ao promover debates, esclarecer questões históricas a seu favor e, em vez de aproximar a sociedade, simplesmente afasta-a das instituições democráticas.
Em suma, a reconciliação em Angola, alimentada pela mídia e pelos canais de comunicação estatal, tem fomentado desinformação voltada mais para o ódio, regionalismo, tribalismo e divisões. Os meios que deveriam ser essenciais para consolidar a paz, a estabilidade e a democracia no país deixam a desejar. Ainda existem muitos desafios para serem totalmente superados.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893796047 |
| Editor: | LisbonPress |
| Data de Lançamento: | julho de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 233 x 8 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 118 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História da África
|
| EAN: | 9789893796047 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%KimamuenhoPerfil Criativo - Edições15,30€
17,00€portes grátis -
10%Breve História de Angola desde a Independência (1975-2025)Perfil Criativo - Edições13,50€
15,00€