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A Raridade das Coisas Banais

de Pedro Chagas Freitas
Livro eBook
Editor: Oficina do Livro, maio de 2022 ‧
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- O que queres ser quando fores grande?
- Pequeno outra vez.

É assim que começa este romance apaixonante, lindíssimo e inspirador, que vai mudar a maneira como vemos a vida.
Trata-se de uma história inesquecível, viciante e envolvente, que nos mostra que somos viciados no que amamos, e ainda bem.
Um livro que é uma lição extraordinária sobre aquilo que devia ser sempre o mais importante componente da nossa existência.

O romance mais marcante de Pedro Chagas Freitas até hoje.

«Pedro Chagas Freitas é um escritor incrível. (...) Este livro é uma wake up call para todas as crianças enjauladas em corpos de adultos dormentes. Para todos os adultos que precisam de resgatar o seu brilho. A sua fonte. Os seus sonhos.»
Valete, músico e letrista

A Raridade das Coisas Banais

de Pedro Chagas Freitas

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896614027
Editor: Oficina do Livro
Data de Lançamento: maio de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 239 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 392
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896614027

Dificil

C.Rua

De uma forma geral gostei, gostei da mensagem que o livro nos passa, gostei dos pensamentos... Não gostei de algumas partes da história, achei demasiado, não fez jus à personagem principal e a sua forma de ver a vida, que por esse motivo merecia um fim melhor.

A Raridade das Coisas Banais é um livro que não se lê com pressa — sente-se.

Ricardo Barbosa

Entre poemas e pequenos textos, somos convidados a olhar para o que costuma passar despercebido: os silêncios, os gestos simples, os afetos quotidianos que raramente paramos para nomear. Há uma delicadeza constante na escrita, quase como se cada palavra tivesse sido escolhida com cuidado para não ferir o momento que descreve. O que mais me marcou foi a forma como o banal ganha peso emocional. Nada aqui é grandioso, mas tudo é profundamente humano. São textos que falam de amor, ausência, rotina, medo e esperança sem dramatismo excessivo — apenas com verdade. Há páginas que parecem escritas exatamente para aquele dia em que não sabemos explicar o que sentimos, mas sabemos que algo dói ou falta. É um livro para ler devagar, sublinhar frases, fechar por uns minutos e voltar mais tarde. Não procura respostas, mas oferece companhia. E às vezes, isso é tudo o que precisamos. ¿ Um lembrete bonito de que a vida acontece nos detalhes mais simples — e é aí que mora a sua raridade.

O que realmente importa?

MC

- O que queres ser quando fores grande? - Pequeno outra vez. O que realmente importa? Em que momento perdemos a vontade de rir, de sentir, de viver a simplicidade, a banalidade das coisas? Em que momento perdemos a inocência, a originalidade, a vontade de chorar por alegria ou mesmo por tristeza sem olhar para plateias ou recear julgamentos? Em que momento deixamos de sentir a adrenalina do tocar às campainhas e fugirmos numa correria de risos? Este livro é tocante e me apaixonou pelo momento da infância, precisamente pela inocência, pelo brincar, pelo ser criança e tão somente isso. A lealdade ao amigo, à avó, à mãe e à recordação do pai. Uma história que retracta as fases de criança que a seu tempo, como todos nós de uma forma ou de outra, acaba por crescer e se torna adultos A tomada de decisões, escolhas, dilemas, amores e desilusões. A obrigação de crescer porque assim se exige. Mas a que custo? A que preço? Mas quando se é aproximado pela vida, fiel à criança que habita no íntimo … tudo é diferente, e a diferença é contagiante. Quando a banalidade das coisas mais simples se tornam raras e nos deixam vazios… Amei o seu inicio, fez-me recordar o Principezinho, talvez pela pureza da personagem, depois senti que se perdia o Pechimperé mas o final, reteve-me como me reteve a Vida é Bela, pela capacidade de transformarmos a dor em sorrisos e em boas memórias e depois… o desfecho…

Todos nós Precisamos de Ler este Livro!

Paula Félix

Delicioso! Libertador! Para todos os adultos que têm uma criança dentro de si: acordada ou adormecida! Ela vai ADORAR!!!!!!! Para não ofender ninguém, vou dizer que é "apenas" um dos livros mais espirituais que lá li em toda a minha vida. Não disse religioso, reforço: espiritual. Das duas uma: ou estou a sorrir ou a rir, mesmo em público, quando leio o livro! Leia-se: quando pechimpero! E é tão bom pechimperar!!!!! Obrigada, Pedro! Todo o mundo devia ler o teu livro! Lê-lo com o coração. É impossível lê-lo apenas com a mente, com o intelecto. Porque ele rasga toda a intelectualidade e desarma-nos por completo. A alma rende-se e a criança aplaude! E sintam...sintam como se sentem quando lêem o livro!... Quantas décadas rejuvesnecem?! Infinitamente, obrigada, Pedro! És a criança mais linda do planeta, a seguir ao Benjamim! ¿¿¿¿¿¿

Outra forma de percecionar a vida!

Susana A.

Comprei este livro como presente de natal... pois estava no topo da lista de desejos para a quadra. Quando o recebi acabei por dar uma vista de olhos o que me deixou a pensar sobre a forma como encaramos as coisas e principalmente de como olhamos para a vida! Ficou a vontade de ler até ao fim e quem o recebeu adorou!

A chave é sonhar

Anabela Santiago

Como o próprio autor diz, a chave é sonhar. Que não nos falte a luz que nos guia, que estejamos sempre prontos para sonhar e amar.

Interessante mas estranho

Miguel F.

Livro que nos coloca a pensar naquilo que por vezes damos como adquirido sem darmos conta da importância das coisas banais da vida.

Estranho no seu todo, Muito Bom em muitas partes

Cláudia Silva

Foi uma leitura difícil, não necessariamente pelo vocabulário e construção complexa, mas pela abundância de pensamentos e interpretações em tão poucas palavras. Lia duas páginas por dia e já me sentia "cheia". É um livro muito bom, para fãs de filosofia e de momentos de profunda introspeção, devaneios sobre a vida e também pela forma como expõe os pensamentos do personagem principal, nunca abandonando um estilo "infantil" de pensar. É sem dúvida um livro dedicado à "raridade das coisas banais". No entanto, cheguei ao fim sem saber exatamente se gostei. Foi um fim que, embora inesperado, não surpreendeu, mas também não desiludiu. Este livro, tal como uma obra de arte, não agradará a todos e creio que também não foi escrito para tal. Penso que uns gostarão imenso e tornar-se-á o seu favorito e outros, como eu, ficarão na dúvida para o resto da vida. Se recomendo? Sim. Até porque sublinhei muita coisa e não é de todo uma perda de tempo ler este livro. Mas recomendo ler com paciência :D

Estranho

MV

Honestamente cheguei ao final sem saber se gostei. É estranho e interessante a forma como foi escrito.

Um Livro que nos faz pensar.

João Coimbra

Uma excelente leitura que nos faz pensar acerca de muitas coisas e situações que normalmente achamos banais. Recomendo esta leitura para quem estiver interessado por ter outras perspectivas da vida.

Extraordinário

K.M

É extraordinário como este livro nos consegue levar a pensar nos pormenores da vida, daquilo que já esquecemos por já termos crescido. É uma viagem à nossa essência, uma viagem a redescobrir o que é realmente importante e podemos encontra-las nas coisas banais da nossa existência.

Atrativo

ZMFR

Um livro que nos leva a refletir, a valorizar não só a nossa existência, como também as coisas que nós achamos banais. Faz com que a nossa auto-estima aumente. Aconselho a ler e realmente a refletir.

Fascinante!

R.N.

Um livro que nos toca e traz ao de cima os valores mais esquecidos pela sociedade que nos envolve.

Um livro encantador

Rosa Gonçalves

Um livro que nos leva uma auto-reflexão desde a primeira página. E que nos ajuda a valorizar a nossa existência , a importância de coisas banais que parecem insignificantes. Recomendo a leitura a todos aqueles que acham que a felicidade não existe.

SOBRE O AUTOR

Pedro Chagas Freitas

Pedro Chagas Freitas é pai do Benjamim, marido da Bárbara e escreve nas horas vagas. Vendeu mais de um milhão e meio de livros em todo o mundo.

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