A Rainha Crucificada

de Gilbert Sinoué
Editor: Difel, outubro de 2008 ‧

O mais belo romance da História de Portugal, pela mão de um dos mais célebres escritores franceses da actualidade, autor de O Livro de Safira e O Menino de Bruges.

Ela chama-se Inês de Castro.
Ele é D. Pedro, o herdeiro da Coroa portuguesa.
Têm ambos 20 anos e amam-se. Estamos em 1340.
Sem o saberem, escreverão uma das mais belas páginas do grande livro dos amores lendários.
Apanhados nas malhas de uma tremenda conjura, serão dilacerados pela oposição entre as razões do Estado e as razões do coração.
De Portugal à planície veneziana, de Castela ao palácio dos papas, Gilbert Sinoué transporta-nos ao coração de um fabuloso fresco onde a pureza de sentimentos se confronta com a crueza dos tempos e o amor devorador com as ambições políticas. Entre ficção e realidade, entre tragédia e conspiração, o autor ressuscita, na linha de O Menino de Bruges, a célebre e mítica história de uma louca paixão: o amor entre dois seres que nem a morte poderá separar.

«A evocação de uma das mais célebres histórias de amor europeias, num romance convincente muito bem documentado.»
Le Monde

«Um notável fresco histórico que confirma o talento de um verdadeiro escritor.»
Lire

«Amor versus razão de Estado, num romance que evoca a rainha morta de Portugal.»
Historia

A Rainha Crucificada

de Gilbert Sinoué

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722909143
Editor: Difel
Data de Lançamento: outubro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 229 x 33 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 368
Tipo de produto: Livro
Coleção: Literatura Estrangeira
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722909143

SOBRE O AUTOR

Gilbert Sinoué

Gilbert Sinoué, filho de pai egípcio e de mãe grega, nasceu no Egipto em 1947, país que deixou aos 18 anos depois dos seus estudos nos Jesuítas. Decididamente multifacetado, trabalha num jornal francófono, experimenta a pintura, conhece Brel, parte para Beirute, chega a Paris em 1968, corre os cabarets da Rive Gauche, grava discos, dá aulas de guitarra.
Autor-compositor-intérprete, chegará mesmo a participar num festival de Spa. Todavia, tem necessidade de escrever. Um primeiro manuscrito não encontra editor. Mas obstina-se, e com razão: La Pourpre et l’olivier aparece em 1987 e é galardoado com um prémio de Romance Histórico. Tem já publicados em Portugal, também pela Difel, O Livro de Safira (galardoado com o Prix des Libraires), Avicena ou o Caminho para Ispahan, O Menino de Bruges e Akhenaton, O Deus Maldito.

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