A Profecia
(2ª Edição)
SINOPSE
Angolon ofereceu à humanidade três ovos de Dragão: um para os elfos, um para os Anões, e outro ainda para os homens. Astrid, a sábia maga que durante anos soubera dar bom uso aos ensinamentos do Livro das Runas, soube também distribuir os mágicos ovos de Dragão pelos três povos, juntamente com a Profecia para a qual todos se deviam preparar. Mas Davdak não desistira ainda de recuperar o Livro das Runas e acrescentara à sua ambição, como vingança do exílio a que fora votado, o domínio absoluto de todos os povos. Depois de centenas de anos a preparar-se, encontrou no reino dos homens terreno fértil e o momento ideal para retomar a sua ambição, fazendo despertar a Profecia. De cada lado das Montanhas do Urso, a magia que delas emanava desde tempos remotos, transformou as férias dos dois jovens estudantes e amigos, chamando-os a intervir no epílogo da ancestral Profecia.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897366215 |
| Editor: | Edições Vieira da Silva |
| Data de Lançamento: | junho de 2016 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 230 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 340 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Literatura Fantástica
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| EAN: | 9789897366215 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Resenha "A Profecia"
Para Lá da Kapa
A Profecia encantou-me pelo tema mágico e apresentação esbelta. As personagens seculares, magias antigas e criaturas ancestrais são uma pequena parte do que existe neste mundo mítico. Nele, António Costeiro escreveu uma realidade fantástica, com descrições cativantes e personagens que desafiam o próprio tempo, presenteando-nos com um elenco notável e peculiar. Nas primeiras páginas, surge-me a sensação de ser semelhante a outros títulos do tema, ideia a qual é rapidamente dissimulada pelo avançar do enredo. O cenário gira em volta da profecia, como o título indica, que é muito bem aprofundada ao longo da obra, deixando, nas últimas páginas, o cheirinho de "algo ainda por vir". Houve uma personagem com quem simpatizei bastante, a Astrid, Maga Suprema de Algosaghar, uma das entidades seculares e mais experientes que tive o prazer de conhecer. Todos os seus atos refletem sapiência, paciência e humildade, algo nem sempre fácil de retratar e consolidar numa personagem com um passado. O escritor tem, indubitavelmente, uma escrita cativante, acompanhada de poucas vírgulas e dum aglomerado de pormenores e sensações. Ganhei afeição por uma pequena terra, a Pedra do Urso, e pelos seus habitantes, diversos e comedidos, que acabam por nos acompanhar durante uma boa parte do livro, ao mesmo tempo que Astrid planeia algo mais....num cenário que é tudo, menos monótono e pacífico. A Profecia é a obra ideal para nos acompanhar num fim de tarde solarengo. Tem um mundo mais que apetecível para os amantes de ação e fantasia. Possui as suas tramas e dilemas, com um toque de tranquilidade, que induz o leitor numa paz de espírito agradável (daí eu ter gostado tanto da Pedra do Urso).