A Ponte de Kayetona
Romance cabo-verdiano
Editor:
Livraria Pedro Cardoso, novembro de 2016 ‧
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SINOPSE
Isto não é nada do que parece. Aconteceu há muitos anos atrás, num lugar pequenote à beira-mar. Naquele tempo, assistia-se na Kayeta a uma verdadeira guerra de trincheiras entre os negociantes da boca do porto e as gentes do padre de Riba da Achada. A sociedade local reunia-se na modesta taberna de Tabugal, no centro da Rua Larga, na descida da igreja matriz.
Num belo dia do tempo mais quente, convidaram Akintola, um bonito rapaz, cavaleiro de índole vulcânica, para passar uns dias de férias com eles ali nessa banda calma e fresca do litoral-acima da Ilha. O recém-chegado, que andava na casa dos vinte, transformou-se em peão nos jogos da época. O facto é que, por uma ou outra razão que nunca se soube ao certo, ele deixou-se ficar por ali.
Passados mais de trinta anos, Akintola (já um homem idoso) continuava a pensar naquilo. Certa vez, acordando em sobressalto, decidiu que iria poemar e romancear sobre as coisas do seu tempo. Para escrever as suas memórias, nhu Akin procurava alguém que o auxiliasse enquanto assistente particular, cuja missão era descobrir a razão por que um homem grande desse vilarejo pacato se tinha suicidado, justamente no dia em que ele chegou ao vilarejo. E assim, repentinamente, a desaforada Naia, afilhada da Tabugal, entraria em cena, rompendo tal sombra escura do passado.
À letra, é isto um relato romanesco sobre o poder de boatos se transformarem em factos
Num belo dia do tempo mais quente, convidaram Akintola, um bonito rapaz, cavaleiro de índole vulcânica, para passar uns dias de férias com eles ali nessa banda calma e fresca do litoral-acima da Ilha. O recém-chegado, que andava na casa dos vinte, transformou-se em peão nos jogos da época. O facto é que, por uma ou outra razão que nunca se soube ao certo, ele deixou-se ficar por ali.
Passados mais de trinta anos, Akintola (já um homem idoso) continuava a pensar naquilo. Certa vez, acordando em sobressalto, decidiu que iria poemar e romancear sobre as coisas do seu tempo. Para escrever as suas memórias, nhu Akin procurava alguém que o auxiliasse enquanto assistente particular, cuja missão era descobrir a razão por que um homem grande desse vilarejo pacato se tinha suicidado, justamente no dia em que ele chegou ao vilarejo. E assim, repentinamente, a desaforada Naia, afilhada da Tabugal, entraria em cena, rompendo tal sombra escura do passado.
À letra, é isto um relato romanesco sobre o poder de boatos se transformarem em factos
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899961067 |
| Editor: | Livraria Pedro Cardoso |
| Data de Lançamento: | novembro de 2016 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 158 x 230 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 136 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789899961067 |
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