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A Poesia como Arte Insurgente

de Lawrence Ferlinghetti
Editor: Relógio D'Água, dezembro de 2016 ‧
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Ferlinghetti é, aos 97 anos, o único sobrevivente da Beat Generation, de que foi um dos impulsionadores, ao lado de Jack Kerouac e Allen Ginsberg.
A Poesia como Arte Insurgente é o testemunho de uma geração para quem a poesia era sinónimo de subversão.

A Poesia como Arte Insurgente

de Lawrence Ferlinghetti

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896416935
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: dezembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 207 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896416935

papa ferlinghetti

antónio josé cravo

um obra fundamental para o entendimento da poesia da "beat generation". lawrence ferlinghetti é o seu maior expoente, opinião minha, e este livro, 46 anos depois de uma edição nos cadernos de poesia da d. quixote, é essencial. é de ferlinghetti o livro de poesia com maior número de impressões nos estados unidos - a conney island of the mind -, fica o desafio à sua "translacção" para um maior conhecimento do "papa ferlinghetti". até lá leia-se e releia-se este grande livro

Excelente

Regina

Aconselho a leitura a todos aqueles que escrevem, leem e adoram poesia.

Beat on

Ana Isabel Soares

Uma das mais sedutoras linhas de leitura da poesia consiste em conhecer os modos de construção poética. "Porque se faz poesia?" e "Como se faz poesia?" são questões a que os próprios poetas têm procurado responder, frequentemente assumindo um tom prescritivo ou, no mínimo, pedagógico. Lawrence Ferlinghetti, um dos fundadores da City Lights Books (com Peter D. Martin, fundou a livraria em 1953 e a editora dois anos depois, em San Francisco, na Califórnia) é uma das vozes mais autorizadas para prescrever modos de fazer poesia. Um dos escritores no centro da geração "beat", continua a refletir criticamente sobre o papel da arte (e da poesia em particular) no mundo em que vivemos. A Poesia como Arte Insurgente é, desde logo, todo um programa de ação: reúne textos breves, pequenas sentenças ou conselhos àqueles que pretendam exprimir-se através da poesia. A sua publicação em Portugal, dez anos depois de ter saído nos Estados Unidos, é um acontecimento. A tradução é de Inês Dias, também ela poeta: sugere, por isso, que se acrescente à leitura de alguma da atual poesia portuguesa a sua filiação no pensamento beat, prolongado pelo século XXI.

SOBRE O AUTOR

Lawrence Ferlinghetti

Lawrence Ferlinghetti (1919-2021), patrono anarquista dos poetas norte-americanos, tornou-se pacifista depois de testemunhar a destruição de Nagasáqui – um ativismo que cultivaria toda a vida. Em 1953, fundou a Livraria City Lights, em São Francisco, palco da contracultura beat e de leituras acompanhadas de jazz e álcool noite dentro, onde Kerouac e Burroughs marcaram presença. É autor de mais de quarenta obras, nas quais se destacam Uma Coney Island da Mente (1958) e Pictures of the Gone World (1955). Quis libertar a poesia do mofo da academia, dar voz a autores necessários e afirmava: «Não me dei conta de que era poeta, dei-me conta de que tinha algo a dizer.»

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