A Poesia como Arte Insurgente
SINOPSE
A Poesia como Arte Insurgente é o testemunho de uma geração para quem a poesia era sinónimo de subversão.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896416935 |
| Editor: | Relógio D'Água |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2016 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 136 x 207 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
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| EAN: | 9789896416935 |
OPINIÃO DOS LEITORES
papa ferlinghetti
antónio josé cravo
um obra fundamental para o entendimento da poesia da "beat generation". lawrence ferlinghetti é o seu maior expoente, opinião minha, e este livro, 46 anos depois de uma edição nos cadernos de poesia da d. quixote, é essencial. é de ferlinghetti o livro de poesia com maior número de impressões nos estados unidos - a conney island of the mind -, fica o desafio à sua "translacção" para um maior conhecimento do "papa ferlinghetti". até lá leia-se e releia-se este grande livro
Excelente
Regina
Aconselho a leitura a todos aqueles que escrevem, leem e adoram poesia.
Beat on
Ana Isabel Soares
Uma das mais sedutoras linhas de leitura da poesia consiste em conhecer os modos de construção poética. "Porque se faz poesia?" e "Como se faz poesia?" são questões a que os próprios poetas têm procurado responder, frequentemente assumindo um tom prescritivo ou, no mínimo, pedagógico. Lawrence Ferlinghetti, um dos fundadores da City Lights Books (com Peter D. Martin, fundou a livraria em 1953 e a editora dois anos depois, em San Francisco, na Califórnia) é uma das vozes mais autorizadas para prescrever modos de fazer poesia. Um dos escritores no centro da geração "beat", continua a refletir criticamente sobre o papel da arte (e da poesia em particular) no mundo em que vivemos. A Poesia como Arte Insurgente é, desde logo, todo um programa de ação: reúne textos breves, pequenas sentenças ou conselhos àqueles que pretendam exprimir-se através da poesia. A sua publicação em Portugal, dez anos depois de ter saído nos Estados Unidos, é um acontecimento. A tradução é de Inês Dias, também ela poeta: sugere, por isso, que se acrescente à leitura de alguma da atual poesia portuguesa a sua filiação no pensamento beat, prolongado pelo século XXI.
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