A Orelha de Deus
Editor:
Cotovia, Janeiro de 2010 ‧
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SINOPSE
«E os cães vão deixar de morder. E as abelhas vão deixar de picar. E tudo isto há-de acabar. E tudo o que é bom. E vamos fazer amor. À moda antiga. Com os olhos vendados. E uma perna às costas.»
Esta peça da jovem dramaturga nova-iorquina Jenny Schwartz é um (j)acto único composto por palavras que se invocam umas às outras, que se associam livremente contra a vontade de quem as diz, ou apesar das intenções daqueles que as proferem, sem filtros de espécie nenhuma. Uma espécie de pesadelo musical onde a dor, o sentimento de culpa e o processo de negação da realidade que subjaz à perda de um filho se transmutam num humor desbragado. Há qualquer coisa de infantil e perverso na forma como as personagens, num processo mimético, assumem traços de outras e convivem com figuras imaginárias como a Fada dos Dentes ou um boneco action-man. Os contornos dos lugares e as categorias temporais esbatem-se. Um permanente deslocamento das palavras relativamente às suas significações e emoções subjacentes perturba-nos, obrigando-nos a prosseguir em busca de um sentido ou de um final para a história que nos vai sendo desvendada. Cristina Carvalhal acompanhando a estreia portuguesa da peça na Culturgest a 24 de Setembro, com encenação de Cristina Carvalhal, interpretação de Cucha Carvalheiro, Diana Sá, Emílio Gomes, Luísa Cruz, Manuel Wiborg, Pedro Carmo e Sandra Faleiro, numa produção Culturgest/ Teatro Oficina e Causas Comuns.
Esta peça da jovem dramaturga nova-iorquina Jenny Schwartz é um (j)acto único composto por palavras que se invocam umas às outras, que se associam livremente contra a vontade de quem as diz, ou apesar das intenções daqueles que as proferem, sem filtros de espécie nenhuma. Uma espécie de pesadelo musical onde a dor, o sentimento de culpa e o processo de negação da realidade que subjaz à perda de um filho se transmutam num humor desbragado. Há qualquer coisa de infantil e perverso na forma como as personagens, num processo mimético, assumem traços de outras e convivem com figuras imaginárias como a Fada dos Dentes ou um boneco action-man. Os contornos dos lugares e as categorias temporais esbatem-se. Um permanente deslocamento das palavras relativamente às suas significações e emoções subjacentes perturba-nos, obrigando-nos a prosseguir em busca de um sentido ou de um final para a história que nos vai sendo desvendada. Cristina Carvalhal acompanhando a estreia portuguesa da peça na Culturgest a 24 de Setembro, com encenação de Cristina Carvalhal, interpretação de Cucha Carvalheiro, Diana Sá, Emílio Gomes, Luísa Cruz, Manuel Wiborg, Pedro Carmo e Sandra Faleiro, numa produção Culturgest/ Teatro Oficina e Causas Comuns.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789728972257 |
| Editor: | Cotovia |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2010 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 105 x 154 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 168 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Livrinhos de Teatro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra) |
| EAN: | 9789728972257 |
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