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A Nossa Forma de Crueldade

de Araminta Hall

Livro eBook
editor: Planeta, outubro de 2018
A relação acabou. O jogo apenas começou.
Mais do que um thriller psicológico, mais do que uma história de amor... uma realidade do mundo moderno.

Mike e Verity têm um jogo especial. O Jogo do Desejo. Eles jogam para provar o que já sabem: que Verity ama Mike. Que ela precisa de Mike. Não interessa que ela não responda aos seus e-mails ou telefonemas. Não interessa que ela lhe diga que se vai casar com Angus.

Faz tudo parte do jogo secreto que costumavam jogar. E Mike observando V mais perto, vê os sinais. Se acompanhar cada movimento dela, ele saberá quando precisará de ser salva, pois é um homem obcecado pela ideia do romance apaixonado que viveram; e que ainda não terminou.

A Nossa Forma de Crueldade

de Araminta Hall

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897770975
Editor: Planeta
Data de Lançamento: outubro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 233 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 304
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789897770975
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Perturbador!

Cláudia Janeiro

Já tinha lido em tempos um livro com uma história sobre obsessão. Do qual gostei. Mas era uma situação diferente. No livro Diário de uma Obsessão, a mulher era perseguida por um homem que era colega de trabalho. Mas nunca tinham tido nada um com o outro. Eram quase estranhos. Neste livro, a história entre Mike e Verity é diferente. Porque eles tiveram uma relação durante 9 anos. Só que a relação terminou. Pelo menos para Verity, aparentemente. E Verity está noiva e prestes a casar quando se reencontra com Mike. Para Mike, a relação ainda tem muito para dar e Verity só precisa de perceber que a relação não terminou. Mike só precisa de a fazer ver isso. E é este o mote da história. E posso dizer-vos, desde já, que adorei este livro! Achei brutal! Muito, muito marado! Se me perguntarem se me identifiquei com os personagens, ou se senti empatia, ou se gostei deles...não. Na verdade, não. Só que, este livro é identificado como um thriller psicológico. Que é um género do qual gosto muito. E leio com alguma frequência este tipo de livros. E, muitas vezes, fico um pouco decepcionada, por achar que o livro não faz bem jus ao género. Porque falta intensidade, porque falta suspense, porque falta um final chocante, porque falta algo de realmente perturbador. E, neste livro, para mim esses ingredientes estiveram todos lá. Uma coisa que gostei neste livro foi o facto de toda a narrativa ser feita na voz do Mike. É dentro da sua cabeça que estamos do início ao fim do livro, é com os seus olhos que vemos tudo, é com a sua mente perturbada que nos deixamos conduzir. E, apesar de eu gostar muito de thrillers em que temos duas ou três narrativas, em que temos a perspectiva de duas ou três personagens ao longo do livro, nesta história acho que foi absolutamente fundamental o facto de nunca ter havido quebra na narrativa. Porque assim a intensidade nunca se perdeu. E, portanto, é uma história que me deixou exausta. Aflita. Com medo. Chocada. Com pena. Surpreendida. Curiosa. Com raiva. Enfim, um rol de emoções diferentes, que conseguimos pelo facto de andarmos na montanha-russa que é a cabeça do Mike. E vamos tendo estados de espírito diferentes ao longo do livro. Porque, é preciso ver que, nesta história, o Mike não era um desgraçadinho qualquer que não tinha onde cair morto e andava para ali a fazer stalking de mulheres a meio da noite. Tanto a Verity como o Mike eram pessoas com uma boa situação académica, profissional e financeira. A Verity era uma executiva na área da Inteligência Artificial. O Mike era um ás da banca. O Mike a dada altura viveu nos EUA, numa daquelas casas de topo, com um emprego de topo na banca. E depois regressa a Londres, onde vive num casarão numa zona top da cidade, e obviamente trabalha na City. Verity também é cheia de dinheiro e depois ainda vai casar com um homem milionário. Ou seja, a educação e o dinheiro aqui não eram uma questão. E, talvez por isso, a história ainda choque mais. É uma história brutal, brilhante, sobre uma obsessão, mas uma obsessão entre duas pessoas que se amaram. Não entre dois desconhecidos. E prende completamente do início ao fim, e leva-nos pela mão de Mike pelo presente e pelo passado entre Mike e Verity e a infância/juventude de Mike. E nunca chegamos bem a perceber afinal quem era Verity e se Mike teria ou não alguma razão sobre ela. Há momentos em que achamos tudo um disparate. Há momentos em que pensamos que, se calhar, o Mike até não estava longe da verdade. Isto porque a Verity nos é apresentada como uma personagem um pouco dúbia. Nem tudo é claro em relação a Verity. E, depois, como nunca "ouvimos" a sua voz, fica ao nosso critério pensar sobre ela e o que poderia ser verdade. O final deixa-nos sem ar e faz-nos pensar como é que seria tão fácil alguém obcecado e perturbado dar cabo da vida de outrém...mas, é preciso ver que, na cabeça do Mike, tudo o que ele fazia era por amor a Verity e era por querer o melhor para ela. Muito intenso e perturbador! Recomendo!

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Verdade ou alucinação?

@livromente

Este é um thriller psicológico. Quer isto dizer que, nem tudo é que parece e aqueles momentos mais intensos da história podem, na realidade, ser meros delírios ou truques da mente. Será? A narrativa é feita maioritariamente por Mike, com alguns diálogos pelo meio, e onde, através de lembranças e retrospetivas, ficamos a conhecer melhor a história de Mike e o seu passado conturbado e a história de Mike e Verity, que aparentemente terminou, mas que difere de prisma, quando interpretada por um ou por outro. Verity vai casar com Angus, mas Mike considera esse gesto apenas como um castigo, por um erro que cometeu com Verity e que, tal como no jogo do desejo que ambos jogaram por anos enquanto casal, é apenas uma jogada que espera uma resposta inteligente e à altura, por parte de Mike. A autora, habilmente, leva toda a narrativa pela voz e mente de Mike e isso pode ser enganoso e tendencioso, já que pouco sabemos do que se passa na mente de Verity e leva-nos a duvidar se Mike terá efetivamente razão e se, todo o enredo não passará mesmo e de nada mais, do que etapas do seu jogo predileto. Naturalmente que a intensidade vai aumentando e as proporções dos delírios de Mike também, mas só mais perto do final conseguimos perceber se é um jogo jogado a dois ou apenas fruto da imaginação de Mike. Uma leitura fluida e com uma cadência bastante intensa, o que me fez devorar a história num ápice, com o objetivo premente de saber, sem margem de dúvida, até onde o jogo iria ser jogado ou em última instãncia, quando deixaria de o ser.

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Três estrelas

Sara Silva

Li o livro e embora não tenha desgostado não fiquei surpreendida. Aborda questões de foro mental o que por si é uma temática interessante. Não consegui desenvolver empatia com nenhuma das personagens.

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Compulsivo

Cristina

É curioso chegar ao fim sem ter a certeza de qual é a verdadeira realidade... Como se pode amar alguém de tal forma que não se tem noção do mundo que gira à nossa volta.

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