A Mulher à Janela

de A. J. Finn
Editor: Editorial Presença, março de 2018 ‧
Anna Fox não sai à rua há dez meses, um longo período em que ela vagueou pelos quartos da sua velha casa em Nova Iorque como se fosse um fantasma, perdida nas suas memórias e aterrorizada só de pensar em sair à rua. A ligação de Anna ao mundo real é uma janela, junto à qual passa os dias a observar os vizinhos. Quando os Russells se mudam para a casa em frente, Anna sente-se desde logo atraída por eles - uma família perfeita de três pessoas que a fazem recordar-se da vida que já teve. Mas um dia, um grito quebra o silêncio e Anna, da sua janela, testemunha algo que ninguém deveria ter visto e terá de fazer tudo para encobrir o que presenciou . Mas mesmo que decida falar, irá alguém acreditar nela? E poderá Anna acreditar em si própria?

Um thriller eletrizante onde nada nem ninguém é o que parece.

A Mulher à Janela

de A. J. Finn

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722361873
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: março de 2018
Dimensões: 149 x 230 x 30 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 488
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789722361873

Imperdível

Helena Leote

Ao ler esta narrativa veio-me à memória o filme Janela Indiscreta, de Alfred Hitchcock: um clássico de mistério, assassinato e exploração do isolamento e da curiosidade humana. Ao longo da narrativa, Anna Fox, psicóloga, vai-nos contando o que lhe é dado observar pelas janelas da sua casa. Posiciona-se como um "cameraman" que faz as imagens /os acontecimentos desfilarem perante o nosso olhar. Uma situação traumática (vivida num passado recente) é responsável pelo desenvolvimento de um transtorno de ansiedade - agorafobia -, pelo que passa a viver reclusa na sua própria moradia. A medicação que faz e a bebida, que se torna um vício, fazem a sua mente oscilar entre a realidade e a alucinação. Não é um livro aparentemente fácil, no entanto é muito cativante e tem um desfecho verdadeiramente surpreendente. Recomendo!!!

Surpreendente

Marcela L

Inicialmente achava que a narrativa era demasiadamente detalhada, que não fazia sentindo tantas informações, mas à medida que vamos lendo, percebemos que sim, tudo aquilo era necessário! Livro muito surpreendente e que te deixa preso e curioso em saber o que irá acontecer em seguida (e com final nada esperado!). Recomendo fortemente

Perturbador

Marina Paulo - O Aroma dos Livros

As grandes questões são: Anna terá mesmo testemunhado este homicídio? Ou estará apenas a alucinar? É o final o grande triunfo desta história, é nos capítulos finais que a leitura ganha um ritmo mais acelerado e frenético. O que terá acontecido a Anna para a levar a esta fobia? Com um final arrebatador e completamente inesperado, pois em nenhuma das milhentas teorias que fui fazendo ao longo da leitura coincidiu com este final, esta história alcança as 4,5 estrelas.

Intenso!

JS

Uma história que nos prende do inicio ao fim. Torna-se um pouco explicativo a uma certa altura, mas é um livro 100% recomendado para amantes do género policial.

Recomendo!!

@carolinagomesdasilva

A mulher à janela é um livro que em certos momentos poderá ser um pouco confuso devido às mudanças de foco constantes. A narradora tanto está no chat Agora a falar com pacientes como está a pensar ou a falar com alguém. Dei por mim a ir reler algumas partes porque já não sabia a que é que se referia.  A história fala de uma mulher, Anna Fox, que sofre de agorafobia e não sai de casa há meses. Quando digo não sai de casa é mesmo não sair de casa. Mas nem por isso deixa de ter contacto com o mundo exterior. E fa-lo através das suas janelas, observando os vizinhos, e, como consequência, sabendo tudo sobre eles. Mas um dia, algo acontece em casa da família nova do bairro, e Anne fora a única a presenciar. Mas perante o seu estado, de alguma dependência de álcool e medicamentos, será que alguém acreditaria nela mesmo que conseguisse partilhar o que viu? Mais uma vez trata-se de um livro bem viciante, que não consegui parar de ler nem de pensar nele mal o tive na mão. Na primeira leitura foram logo mais de 130 páginas e até adormeci com o livro ao lado. Adoro quando uma história me prende assim. Acho que o início poderia ter um ritmo um nadinha mais acelerado, mas é normal no princípio das histórias. As últimas 40 páginas são surpreendentes. A história acabar por dar uma reviravolta a certo momento. Umas coisas mais previsíveis que outras mas algo bem inteligente. Recomendo!!

Misterioso

Tânia Melo

Um livro que se lê bem, com muito suspense e mistério e um fim surpreendente, embora um pouco maçador durante o desenvolvimento da história. Intrigante.

Imperdível!

Daniela Santos

Page turner!! Ao estilo de "a rapariga no comboio", este é mais um livro imperdível. É das melhores leituras de 2018 e faz-nos desconfiar de tudo e todos até ao fim. Aconselho vivamente a todos os amantes de thrillers!

INTRIGANTE

PP

Tema bastante interessante com um final surpreendente (ou não). Tem alguma demora no desenvolvimento da história mas é de leitura cativante

A não perder

@sandramachado.livromente

Quando este livro apareceu despertou-me a curiosidade de imediato e devorei-o num ápice. Apesar de nos primeiros capítulos sentir alguma impaciência por novos e mais interessantes desenvolvimentos, assim que eles apareceram toda uma nova perspectiva se abriu. O autor, na voz de Anna, vai relatando pouco a pouco os acontecimentos que levaram Anna ao estado de agorafobia em que se encontra. Algumas realidades não compreendemos e não nos são literalmente reveladas, mas a seu tempo vão sendo enquadradas e os acontecimentos e toda a envolvência no episódio que Anna acredita ter presenciado da sua janela tomam outra proporção. Somos forçados a duvidar do que é alucinação e do que é realidade, assim como a própria Anna. Um desfecho inesperado mas brilhante coloca um ponto final neste enredo fantástico. Recomendo fortemente!

SOBRE O AUTOR

A. J. Finn

A. J. Finn é o pseudónimo de Daniel Mallory. Possui uma licenciatura pela Universidade de Oxford e tem colaborado como crítico literário em publicações como o Los Angeles Times, The Washington Post e The Times Literary Suplemment. Natural de Nova Iorque onde reside atualmente, viveu em Londres durante dez anos. O seu livro de estreia, A Mulher à Janela, foi já vendido para 38 países e está a ser adaptado ao cinema pela Fox.

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