A Melhor Forma de Enterrar o Teu Marido
SINOPSE
Sally leva uma vida tranquila. Pelo menos até matar o marido com uma frigideira. Livrar-se do corpo caído na sua cozinha não será tarefa fácil, principalmente em pleno confinamento.
O caminho de Sally rapidamente se cruza com o de Ruth, cujo companheiro acaba de ser vítima de um acidente fatal, e com o de Samira e Leila, uma mãe e a sua filha, que também têm de se desfazer de um cadáver. As quatro vizinhas, acompanhadas por Janey, formam então um estranho clube social de confinamento para tentarem escapar juntas desta situação aparentemente impossível de resolver.
Depois de chegarem ao ponto de rutura nas suas vidas, conseguirão estas mulheres encontrar a melhor forma de enterrar os seus maridos — e escapar impunes?
CRÍTICAS
«Aviso: não vai conseguir dormir enquanto não terminar este livro.»
Holly Bourne, autora de Isto só Acontece nos Filmes
«Uma mistura intoxicante de thriller e comédia negra.»
Booklist
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897106828 |
| Editor: | Edições Chá das Cinco |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 160 x 232 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 304 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Policial e Thriller
|
| EAN: | 9789897106828 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Entre o riso e a sobrevivência
Marta Alfredo
“A Melhor Forma de Enterrar o Teu Marido” é uma leitura envolvente e surpreendente, que mistura temas pesados com uma abordagem inesperadamente leve e até divertida. Dou-lhe 4 estrelas pela forma como consegue equilibrar a seriedade da violência doméstica com uma narrativa de comédia negra, criando um tom único que prende o leitor do início ao fim. Um dos grandes pontos positivos do livro é a forte presença de sororidade. As personagens femininas destacam-se pela entreajuda e pela forma como constroem laços de apoio num contexto extremamente adverso. O cenário de confinamento durante a pandemia de COVID-19 acrescenta uma camada extra de tensão e realismo, tornando tudo mais claustrofóbico e, ao mesmo tempo, mais intenso. É neste ambiente que a união entre mulheres se torna não só comovente, mas também essencial para a sobrevivência emocional e prática. A autora também merece destaque pela forma como aborda a violência doméstica sem cair em dramatizações excessivas, conseguindo, através da comédia negra, criar momentos que são simultaneamente desconfortáveis e provocadores de riso — algo difícil de alcançar e que resulta muito bem aqui. No entanto, a segunda metade do livro perde algum ritmo. As descrições tornam-se excessivas, sobretudo na exploração de múltiplos cenários hipotéticos para justificar o desaparecimento dos maridos. Essa repetição acaba por quebrar a fluidez da narrativa e pode tornar a leitura um pouco cansativa, diluindo o impacto da história principal. Ainda assim, é um livro original, ousado e cheio de personalidade, que vale muito a pena ler, especialmente para quem aprecia histórias que combinam crítica social com humor negro.
Entre o riso e a sobrevivência
Marta Alfredo
“A Melhor Forma de Enterrar o Teu Marido” é uma leitura envolvente e surpreendente, que mistura temas pesados com uma abordagem inesperadamente leve e até divertida. Dou-lhe 4 estrelas pela forma como consegue equilibrar a seriedade da violência doméstica com uma narrativa de comédia negra, criando um tom único que prende o leitor do início ao fim. Um dos grandes pontos positivos do livro é a forte presença de sororidade. As personagens femininas destacam-se pela entreajuda e pela forma como constroem laços de apoio num contexto extremamente adverso. O cenário de confinamento durante a pandemia de COVID-19 acrescenta uma camada extra de tensão e realismo, tornando tudo mais claustrofóbico e, ao mesmo tempo, mais intenso. É neste ambiente que a união entre mulheres se torna não só comovente, mas também essencial para a sobrevivência emocional e prática. A autora também merece destaque pela forma como aborda a violência doméstica sem cair em dramatizações excessivas, conseguindo, através da comédia negra, criar momentos que são simultaneamente desconfortáveis e provocadores de riso — algo difícil de alcançar e que resulta muito bem aqui. No entanto, a segunda metade do livro perde algum ritmo. As descrições tornam-se excessivas, sobretudo na exploração de múltiplos cenários hipotéticos para justificar o desaparecimento dos maridos. Essa repetição acaba por quebrar a fluidez da narrativa e pode tornar a leitura um pouco cansativa, diluindo o impacto da história principal. Ainda assim, é um livro original, ousado e cheio de personalidade, que vale muito a pena ler, especialmente para quem aprecia histórias que combinam crítica social com humor negro.
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