A Melhor Condutora do Mundo

de António Mota

editor: Edições Gailivro
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Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.

No dia do seu aniversário, a avó Rita resolve convidar o Artur, um dos seus netos, para um passeio de carro. Levantam-se cedinho e metem-se a caminho. Enquanto guia, a avó Rita faz questão de pôr o seu neto a par das regras de trânsito e fala-lhe da importância da segurança rodoviária. As belíssimas ilustrações de Sandra Serra complementam esta história simples, mas muito actual e elucidativa, de António Mota, ajudando à sua compreensão. Os acidentes rodoviários são a principal causa de morte infantil em Portugal. Excesso de velocidade, fadiga, álcool, falta do cinto de segurança ou do capacete, manobras perigosas, etc. - todos os estudos apontam para o comportamento dos condutores como a principal causa de acidentes mortais. Prevenir é a palavra de ordem e ninguém pode deixar de dar o seu contributo para tornar as estradas mais seguras. A segurança rodoviária diz respeito a todos os cidadãos, mas só com jovens mais informados, receptivos e mobilizados para esta causa poderemos pensar num futuro com "melhores condutores".

A Melhor Condutora do Mundo

de António Mota

ISBN: 9789895577569
Editor: Edições Gailivro
Idioma: Português
Dimensões: 177 x 247 x 17 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 40
Tipo de produto: Livro
Coleção: O Mundo à Minha Volta
Classificação temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9789895577569
António Mota

António Mota nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, a 16 de julho de 1957. Cedo concluiu o curso do Magistério Primário e aos 18 anos era já professor do Ensino Básico. Em 1979 publicou o seu primeiro livro, intitulado A Aldeia das Flores, e não mais parou de escrever, tendo-se dedicado essencialmente à literatura infantojuvenil com mais de 80 obras publicadas. Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990) para Pedro Alecrim, o Prémio António Botto (1996) para A Casa das Bengalas e o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, categoria "Livro Ilustrado" (2004), para Se eu fosse muito magrinho (com ilustrações de André Letria). Em 2014 e 2015 foi nomeado para o prémio ALMA, um dos mais importantes prémios internacionais na área da literatura infantojuvenil.

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