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A Lente de Aumento - Os Ciganos no Holocausto

de Otto Rosenberg
Editor: Âncora Editora, abril de 2001 ‧
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Em 1936, aquando dos Jogos Olímpicos de Berlim, Hitler declara que a «cidade será polida». A política racial dos nazis leva à construção de um campo de concentração em Marzahn, onde são internados milhares de ciganos. Nesse mesmo ano o professor Robert Ritter e a sua assistente Eva Justin dão início às experiências com ciganos para verificarem a sua presumível nocividade. Sob a sua «lente» brutal passarão todos os internados do campo de Marzahn, incluindo os Rosenberg. Otto, único sobrevivente da família, será em primeiro lugar transferido para o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, onde se cruza com Josef Mengele, o «Anjo da Morte», passando depois pelos campos de Buchenwald e de Bergen-Belsen, onde será libertado. A sua tragédia, e a de todos os ciganos sobreviventes, não termina com o fim da guerra. Este livro relata o testemunho, raríssimo, de um extermínio esquecido, a narrativa singela de um sinti sobrevivente, que se considerou sempre um alemão e afirma com orgulho: «Sempre, tanto quanto me recordo e de tudo o que me foi contado, nos considerámos alemães.» Otto Rosenberg guardou silêncio por muitos anos. Em 1995 decidiu que alguém devia transcrever a sua história.

A Lente de Aumento - Os Ciganos no Holocausto

de Otto Rosenberg

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727800476
Editor: Âncora Editora
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 230 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História da Europa
EAN: 9789727800476
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

A Lente de Aumento - Os Ciganos no Holocausto

Rui Pinto

Um relato feito na primeira pessoa, sobre o tempo que passou nos campos de concentração nazis e o que foi a sua vida após a libertação. Para um simples ser humano, fica a interrogação: como é possível sobreviver-se a tamanha desumanidade? O livro peca apenas pela prosa, que me pareceu um pouco pobre

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