A Jóia que o Rei Não Quis
Editor:
Editora Guerra & Paz, novembro de 2024 ‧
ver detalhes do produto
13,50€
10% DESCONTO
IMEDIATO
Y21Nck9FVlBNbkV6V0RObkswbHdPWGwzY1RsRlJteFlOREJETVdacFZWQTJLMWc1Um1NMmNrb3ZSVEZTVGtSRFJtVjFkMHROYzBwdlUzQm1UWEJoVG5KRWMzbDVNVXh1WVdGcmFWRm5kRFJ2UkdWUVptUlpORTFFTURVNFpGZHVNV05UWlRoNVVUWnpTMGc0U1VwSFppOVFVa1pXYVZOU1pHdExUVGxDT1dwaFEzcE1ZMUp5U3psMlNFRjBMMmhGVGpSUGVETlFlVGRFWXpGV1IzVnFVRFpSVTBreWQwbE5RV1JzZEhWRlMyUlVjWEZNYjFKbFZIbzVSbkJVWVRCb1ZHUnFZVmhCZWk5dGVTdFFMemhDTkc1NFJWUldjMHR3U0VKNFJVazJla05RY0dkc1NXRldkRWR5ZGsxellubG5jRmg1TjBKaGJuaEJSMGx1UzNCaU1HODFRVmx6YTJzd1ZWVlJkVU0zTmtFck9XMWFTbUVyVDJKblExVXJPRmRQWkRsRksyZ3JNa0oyWTBsbWIwZG9hVGhJT0d0blFXaE9URmRzTjJocFJ6aHFTVFJXZGk4M01XNW9PVWh2VkU5TGNWQXpjbnBIYW5kVFkxUTBjRnA2UlZoV1YyNUZPRU5CTTNvNFFWUnVSR3BrWkhOelMzVjZTa3hyWkhnM0swNTBVbEJtT1RKNlYwSlpZVVoyYkZWd05IaGplbGhIYWl0dVpqZ3JPRTQ1TkVwa05uVkxjMjU0VkRaclJFUXdWRXc1T0hBMVJ6QkxXbVYxTDI0dmRWZHFjVTk0Um5CRE4wOVNjbVZ4YURNeE5XYzRaVzFzVTFkc2NUWlpNM2RVT1ZaRlJsb3dlRXA0V1c1QmMyOVRialZxVFVJM2VqQmxXRTA1Y2pCaE9WbHBWVk5FV1ZOa01sVnNTR0ZsVVdjME1WSjZObHA2V1dOVk5VeFRNVFpqSzFoS1ZEVlNSV1F5TlRkaWRIUkRTV1UzU0VSd1VGY3JhWGxHYm1SMGF6ZFdRVTR4Om9UY3cxOVpXN3NwSHVqN1p2UmVEdEE9PQ==
EM STOCK
-
SINOPSE
Em Lisboa, não se falava de outra coisa naquele final de Primavera de 1874: a faca de mato minuciosamente trabalhada em prata digna de um rei, encomendada por D. Fernando II, mas que este, afinal, desistira de comprar. Rafael Zacarias da Costa, o artesão daquela obra-prima, dedicara-lhe onze anos de vida, noites sem fim de pesadelos, ficara quase cego, mas a história daquele punhal de caça estava longe do fim.
Segurada na Companhia de Seguros Fidelidade, havia de seguir rumo a Inglaterra, naufragar ao largo da Bretanha e ser alvo de uma atribulada operação de resgate. Foi admirada em Paris e no Rio de Janeiro, em Lisboa e no Porto. E, quase século e meio mais tarde, também não escaparia à cobiça e à conspiração de uma negociante de antiguidades, aliás, caçadora de tesouros.
Esta é a história ficcionada de uma joia da ourivesaria portuguesa do século XIX, uma preciosidade que a Fidelidade guarda há 148 anos, testemunho histórico da mais antiga seguradora portuguesa em actividade.
Segurada na Companhia de Seguros Fidelidade, havia de seguir rumo a Inglaterra, naufragar ao largo da Bretanha e ser alvo de uma atribulada operação de resgate. Foi admirada em Paris e no Rio de Janeiro, em Lisboa e no Porto. E, quase século e meio mais tarde, também não escaparia à cobiça e à conspiração de uma negociante de antiguidades, aliás, caçadora de tesouros.
Esta é a história ficcionada de uma joia da ourivesaria portuguesa do século XIX, uma preciosidade que a Fidelidade guarda há 148 anos, testemunho histórico da mais antiga seguradora portuguesa em actividade.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895760992 |
| Editor: | Editora Guerra & Paz |
| Data de Lançamento: | novembro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 228 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 160 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789895760992 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Temos ficcionista, se temos
João Pombeiro
Não é a primeira incursão de Mónica Bello em territórios ficcionais, mas é certamente a sua estreia na ficção de fôlego. E que estreia. Consegue um equilíbrio sempre difícil entre a pesquisa histórica rigorosa e a liberdade de ação (de escrita) permitida pela ficção. Há personagens (há pelo menos uma) que tem tudo para regressar em próximos livros. Ficarei a aguardar.
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%AgoraGlaciar14,40€
16,00€portes grátis -
10%Uma Luz de EsperançaPlaneta17,91€
19,90€portes grátis