A Jóia que o Rei Não Quis
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Editora Guerra & Paz, novembro de 2024 ‧
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SINOPSE
Em Lisboa, não se falava de outra coisa naquele final de Primavera de 1874: a faca de mato minuciosamente trabalhada em prata digna de um rei, encomendada por D. Fernando II, mas que este, afinal, desistira de comprar. Rafael Zacarias da Costa, o artesão daquela obra-prima, dedicara-lhe onze anos de vida, noites sem fim de pesadelos, ficara quase cego, mas a história daquele punhal de caça estava longe do fim.
Segurada na Companhia de Seguros Fidelidade, havia de seguir rumo a Inglaterra, naufragar ao largo da Bretanha e ser alvo de uma atribulada operação de resgate. Foi admirada em Paris e no Rio de Janeiro, em Lisboa e no Porto. E, quase século e meio mais tarde, também não escaparia à cobiça e à conspiração de uma negociante de antiguidades, aliás, caçadora de tesouros.
Esta é a história ficcionada de uma joia da ourivesaria portuguesa do século XIX, uma preciosidade que a Fidelidade guarda há 148 anos, testemunho histórico da mais antiga seguradora portuguesa em actividade.
Segurada na Companhia de Seguros Fidelidade, havia de seguir rumo a Inglaterra, naufragar ao largo da Bretanha e ser alvo de uma atribulada operação de resgate. Foi admirada em Paris e no Rio de Janeiro, em Lisboa e no Porto. E, quase século e meio mais tarde, também não escaparia à cobiça e à conspiração de uma negociante de antiguidades, aliás, caçadora de tesouros.
Esta é a história ficcionada de uma joia da ourivesaria portuguesa do século XIX, uma preciosidade que a Fidelidade guarda há 148 anos, testemunho histórico da mais antiga seguradora portuguesa em actividade.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895760992 |
| Editor: | Editora Guerra & Paz |
| Data de Lançamento: | novembro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 228 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 160 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789895760992 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Temos ficcionista, se temos
João Pombeiro
Não é a primeira incursão de Mónica Bello em territórios ficcionais, mas é certamente a sua estreia na ficção de fôlego. E que estreia. Consegue um equilíbrio sempre difícil entre a pesquisa histórica rigorosa e a liberdade de ação (de escrita) permitida pela ficção. Há personagens (há pelo menos uma) que tem tudo para regressar em próximos livros. Ficarei a aguardar.
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