A Indústria do Holocausto

Reflexões sobre a Exploração do Sofrimento dos Judeus

de Norman Finkelstein
Editor: Antígona, abril de 2001 ‧
A partir deste notável livro de Norman Finkelstein, judeu filho de sobreviventes do Gueto de Varsóvia, é mais difícil aos empresários da indústria do Holocausto cobrirem-se com a aura das vítimas dos seus predecessores hitlerianos. As teses defendidas pelo autor estão a desencadear enorme escândalo nos meios «democráticos» ocidentais, porque sendo hoje o Holocausto uma marca comercial com grande valor de mercado, sustentada nos sofrimentos terríveis de milhões de judeus exterminados durante a Segunda Guerra Mundial, é incómodo retirar a máscara às organizações judaicas americanas que têm justificado a política criminosa de Israel. A Antígona, atenta à actualidade internacional, deseja, com este livro controverso, contribuir para um debate mais alargado sobre o tema.

A Indústria do Holocausto

Reflexões sobre a Exploração do Sofrimento dos Judeus

de Norman Finkelstein

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726081289
Editor: Antígona
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 208 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História da Europa
EAN: 9789726081289
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Norman Finkelstein

Filho de sobreviventes do gueto de Varsóvia e dos campos de concentração, Norman G. Finkelstein (n. 1953) cresceu em Brooklyn e doutorou-se em Ciência Política por Princeton, em 1987, com uma tese sobre o sionismo. Académico e ativista, elegeu o Holocausto e a história trágica de Gaza como temas da sua obra, elogiada por Chomsky, e é uma das poucas vozes na comunidade de judeus norte-americanos que contestaram a violência exercida por Israel sobre o povo palestiniano. Persona non grata em Israel desde 2008, demitido da Universidade DePaul por pressões de lobbies judaicos, é autor de A Nation on Trial (1998) e de Gaza: An Inquest into its Martyrdom (2018). A Indústria do Holocausto (2000) catapultou-o para a cena mediática e fê-lo enfrentar a censura, boicotes e difamações.

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