A Ilha Mortal
Série Mia Krüger & Holger Munch
SINOPSE
Jonathan desapareceu há três anos. Sem pistas. Sem respostas. Mas agora, uma adolescente é encontrada brutalmente assassinada... com o nome de Jonathan escrito com o seu sangue.
Mia sente que o pesadelo apenas começou. E para enfrentá-lo, chama o único homem em quem confia: Holger Munch.
À medida que corpos surgem e segredos antigos vêm à tona, os dois mergulham numa teia de mentiras, dor e violência. O que parecia uma vila pacata esconde uma verdade obscura e alguém está disposto a matar para mantê-la enterrada.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Soberbo e genuinamente emocionante,»
Daily Mail
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722085748 |
| Editor: | Dom Quixote |
| Data de Lançamento: | julho de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 157 x 238 x 36 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 560 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Policial e Thriller
|
| EAN: | 9789722085748 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Os segredos são armas tão letais como qualquer faca
Paulo_Pereira
Ilha Mortal, de Samuel Bjørk, é um thriller psicológico que confirma porque o autor norueguês se tornou um dos nomes mais sólidos do noir escandinavo contemporâneo. Desde as primeiras páginas, somos lançados para uma narrativa densa, sombria e meticulosamente construída, onde nada é gratuito e ninguém está verdadeiramente a salvo. A história parte de um cenário aparentemente isolado — uma ilha, um retiro, um espaço fechado — mas rapidamente se expande para algo muito mais inquietante: um jogo psicológico onde o passado, a culpa e os segredos pessoais são armas tão letais quanto qualquer faca. Bjørk domina o ritmo com mão firme, alternando momentos de tensão pura com introspeção emocional, criando uma sensação constante de claustrofobia e urgência. As personagens são um dos grandes trunfos do livro e da série. Imperfeitas, feridas, humanas. O autor não se limita a colocá-las em perigo físico; expõe fragilidades, traumas e escolhas erradas, tornando cada decisão pesada e cada consequência inevitável. A investigação avança como um quebra-cabeças cruel, onde o leitor é convidado a participar — desconfiando de todos, errando, voltando atrás. A escrita é direta, crua quando necessário, mas sempre elegante. Ilha Mortal não é apenas um thriller sobre crimes; é um retrato sombrio da mente humana, daquilo que escondemos e do preço que pagamos quando o passado decide cobrar a fatura. Um livro tenso, perturbador e difícil de largar — recomendado para quem aprecia histórias que ficam na cabeça muito depois da última página. O que custa, no final, é saber que este é, para já, o último livro da série e que teremos de aguardar por novas aventuras de Mia e Holger. Uma das melhores séries policiais, competindo, sem qualquer vergonha, com as de Nesbo - e o seu carismático Harry Hole - e as de Hjorth & Rosenfeldt, com o seu Sebastian Bergman como protagonista.
Soberbo
Joana Pinho
Historia orquestrada e tecida magistralmente, tal como o autor nos vem já habituando!
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