A Ilha do Corvo que Venceu os Piratas
Editor:
Âncora Editora, julho de 2018 ‧
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SINOPSE
A Ilha do Corvo Que Venceu os Piratas foi concebida através de um processo de criação participativa sem precedentes, quer para o seu autor, quer para a comunidade sobre a qual se debruça. Localizada na extremidade ocidental do arquipélago, a ilha do Corvo esteve, durante muito tempo, na mira dos piratas e corsários que navegavam aquelas águas, o que originou alguns episódios de conflito, e curiosamente, algumas relações de proximidade.
Com base num documento histórico do século XVII que narra a resistência dos corvinos a um ataque de piratas, José Ruy imaginou uma história que integrou contribuições das pessoas do Corvo tornando-se uma aventura partilhada que consciencializa para a valorização do património e cultura local. Tendo sido criada no âmbito do projecto do Ecomuseu do Corvo, seguiu-se o princípio fundamental das ações ecomuseológicas, assegurar a efetiva participação dos corvinos no processo criativo da obra, tornando-se eles também protagonistas.
Para tal, a estratégia definida passou pela vinda do autor à ilha onde teve oportunidade de conhecer as pessoas e o território e contactou directamente com a cultura local, tendo recebido da comunidade diversos contributos para o desenrolar da história que foi também acompanhada por um corpo científico.
Este é um exemplo de como o património de uma comunidade pode ser visto como um recurso de desenvolvimento, de afirmação da identidade e de vinculação ao território, às suas origens e cultura, sendo o envolvimento da comunidade uma preocupação omnipresente. Aliás, só há um ecomuseu quando as pessoas e as organizações de uma comunidade participam num processo dinâmico através do qual preservam, interpretam e gerem o seu património para o desenvolvimento sustentável.
Com base num documento histórico do século XVII que narra a resistência dos corvinos a um ataque de piratas, José Ruy imaginou uma história que integrou contribuições das pessoas do Corvo tornando-se uma aventura partilhada que consciencializa para a valorização do património e cultura local. Tendo sido criada no âmbito do projecto do Ecomuseu do Corvo, seguiu-se o princípio fundamental das ações ecomuseológicas, assegurar a efetiva participação dos corvinos no processo criativo da obra, tornando-se eles também protagonistas.
Para tal, a estratégia definida passou pela vinda do autor à ilha onde teve oportunidade de conhecer as pessoas e o território e contactou directamente com a cultura local, tendo recebido da comunidade diversos contributos para o desenrolar da história que foi também acompanhada por um corpo científico.
Este é um exemplo de como o património de uma comunidade pode ser visto como um recurso de desenvolvimento, de afirmação da identidade e de vinculação ao território, às suas origens e cultura, sendo o envolvimento da comunidade uma preocupação omnipresente. Aliás, só há um ecomuseu quando as pessoas e as organizações de uma comunidade participam num processo dinâmico através do qual preservam, interpretam e gerem o seu património para o desenvolvimento sustentável.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789727806539 |
| Editor: | Âncora Editora |
| Data de Lançamento: | julho de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 208 x 296 x 4 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 32 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Banda Desenhada |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Banda Desenhada
>
Histórica
|
| EAN: | 9789727806539 |
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