A Forma da Água
Editor:
Difel, abril de 2004 ‧
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SINOPSE
O sabor satírico do relato e a habilidade de Camilleri, revelam-se desde as primeiras páginas de uma mordacidade arrebatadora. No espaço de apenas um capítulo, transportado pelo vento alegre do escárnio, do humor e da ironia, o leitor vê-se mergulhado na história e nos costumes de uma pequena cidade da Sicília, Vigàta, semelhante como duas gotas de água à cidade natal do autor.
Será no Bercail – um grande terreno vago na periferia da cidade transformado num paraíso para drogados, traficantes e prostitutas desde que o ministro do Interior transferiu para a cidade um enorme reforço de soldados a fim de “controlar o território” – que dois jovens "operadores ecológicos" descobrirão, num mar de preservativos que têm que recolher todas as manhãs, o corpo do engenheiro Luparello, padrinho político da região. Apressam-se a dar conta do seu macabro achado, não aos carabinieri mas ao comissário Salvo Montalbano, siciliano de pura gema.
O comissário Montalbano, à semelhança dos seus compatriotas, vendo-se confrontado com a irredutível insuficiência da lei e a débil autoridade do Estado Italiano face aos interesses dos negócios político-mafiosos, acaba por não prender ninguém no final das suas inquirições, não hesitando perante a tentação de "solucionar as coisas" à sua maneira...
Acompanhar nas suas investigações o comissário Montalbano – polícia de bom coração, pachorrento, desencantado mas sem azedume –, é um enorme prazer e um autêntico e entusiasmante divertimento para o leitor.
Será no Bercail – um grande terreno vago na periferia da cidade transformado num paraíso para drogados, traficantes e prostitutas desde que o ministro do Interior transferiu para a cidade um enorme reforço de soldados a fim de “controlar o território” – que dois jovens "operadores ecológicos" descobrirão, num mar de preservativos que têm que recolher todas as manhãs, o corpo do engenheiro Luparello, padrinho político da região. Apressam-se a dar conta do seu macabro achado, não aos carabinieri mas ao comissário Salvo Montalbano, siciliano de pura gema.
O comissário Montalbano, à semelhança dos seus compatriotas, vendo-se confrontado com a irredutível insuficiência da lei e a débil autoridade do Estado Italiano face aos interesses dos negócios político-mafiosos, acaba por não prender ninguém no final das suas inquirições, não hesitando perante a tentação de "solucionar as coisas" à sua maneira...
Acompanhar nas suas investigações o comissário Montalbano – polícia de bom coração, pachorrento, desencantado mas sem azedume –, é um enorme prazer e um autêntico e entusiasmante divertimento para o leitor.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Andrea Camilleri criou o protagonista policial mais popular dos últimos tempos, o comissário Montalbano, uma mistura de Maigret e Pepe Carvalho.»
Público
«Uma história intensa, que se lê num ápice, vive da linguagem extraordinária do autor. Os seus diálogos são de um tal despojamento e rapidez que, ao lê-los, tem-se a sensação de estar a ouvi-los.»
Semanário
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722906807 |
| Editor: | Difel |
| Data de Lançamento: | abril de 2004 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 148 x 226 x 21 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 168 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Literatura Estrangeira |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Policial e Thriller
|
| EAN: | 9789722906807 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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