A Europa Segundo Portugal
Ideias de Europa na cultura portuguesa, século a século
Editor:
Gradiva, março de 2012 ‧
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SINOPSE
Perdido o império, virámos os olhos para a Europa como uma espécie de ponto de fuga, uma tábua de salvação para o nosso secular atraso e subdesenvolvimento. A Europa tornou-se, com a democracia, uma espécie de utopia possível. Mas o tema da Europa impôs-se pelo menos desde o tempo do Marquês de Pombal, na medida em que a propaganda pombalina tornou a Europa das Luzes, mitificada, uma meta a atingir e a superar, e, ao mesmo tempo, uma bitola pela qual passámos a medir os níveis de atraso e progresso do país. Ficámos desde então obcecados por uma Europa idealizada que queríamos igualar e da qual sempre nos sentimos tão distantes. Foi então que ganhámos o terrível e crónico complexo de «país-cauda da Europa». Hoje, o mito da Europa do progresso permanece intocável, apesar de todas as desilusões da integração europeia. Nem sempre nos sentimos cauda da Europa. Antes pelo contrário: A Europa segundo Portugal atesta-o.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896164676 |
| Editor: | Gradiva |
| Data de Lançamento: | março de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 154 x 230 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 256 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História da Europa
|
| EAN: | 9789896164676 |
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