A Escola Portuense em Questão
Editor:
Universidade Católica Portuguesa - Porto, abril de 2019 ‧
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SINOPSE
A existência de uma Escola de pensamento no Porto, entre 1850 e 1957, é afirmada por J. Pinharanda Gomes desde há cerca de 30 anos, e a aceitação de uma tal tese tem sido mais ou menos consensual a nível de certo sector do pensamento nacional.
Divergindo e questionando Pinharanda Gomes, quer quanto à afirmação da existência no Porto de uma Escola de pensamento próprio e específico, no período mencionado ou noutro, quer quanto à conotação das figuras de Amorim Viana e de Sampaio (Bruno) com a preparação de tal Escola, e da de Leonardo Coimbra com a sua construção (juntamente com Pascoaes), a Escola Portuense em questão considera e assume que as principais figuras do pensamento português durante o período invocado, vivessem ou fossem do Porto, de Coimbra ou de Lisboa, tais como Amorim Viana, Antero de Quental, Teófilo Braga, Sampaio (Bruno), Leonardo Coimbra e Fernando Pessoa, não só pensaram todas em termos filosoficamente afins, os do pensamento moderno, como, por força da perspetiva moderna que souberam adscrever às suas conceções, acusam uma manifesta divergência e mesmo oposição com as conceções e o pensamento das figuras filosoficamente menores que Pinharanda Gomes conota de modo especial com a pretensa e dita Escola Portuense no campo da sua construção (Pascoaes) ou de algumas das suas principais manifestações (Álvaro Ribeiro, António Quadros, Afonso Botelho, Dalila L. Pereira da Costa…).
Divergindo e questionando Pinharanda Gomes, quer quanto à afirmação da existência no Porto de uma Escola de pensamento próprio e específico, no período mencionado ou noutro, quer quanto à conotação das figuras de Amorim Viana e de Sampaio (Bruno) com a preparação de tal Escola, e da de Leonardo Coimbra com a sua construção (juntamente com Pascoaes), a Escola Portuense em questão considera e assume que as principais figuras do pensamento português durante o período invocado, vivessem ou fossem do Porto, de Coimbra ou de Lisboa, tais como Amorim Viana, Antero de Quental, Teófilo Braga, Sampaio (Bruno), Leonardo Coimbra e Fernando Pessoa, não só pensaram todas em termos filosoficamente afins, os do pensamento moderno, como, por força da perspetiva moderna que souberam adscrever às suas conceções, acusam uma manifesta divergência e mesmo oposição com as conceções e o pensamento das figuras filosoficamente menores que Pinharanda Gomes conota de modo especial com a pretensa e dita Escola Portuense no campo da sua construção (Pascoaes) ou de algumas das suas principais manifestações (Álvaro Ribeiro, António Quadros, Afonso Botelho, Dalila L. Pereira da Costa…).
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898835598 |
| Editor: | Universidade Católica Portuguesa - Porto |
| Data de Lançamento: | abril de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 162 x 228 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 149 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Biblioteca Humanística e Teológica |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Religião e Moral
>
Catolicismo
|
| EAN: | 9789898835598 |
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