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A Era do Homem-Forte

de Gideon Rachman
Livro eBook
Editor: Vogais, novembro de 2022 ‧
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Um retrato global do novo nacionalismo que alerta para a ameaça que os homens-fortes representam para a democracia liberal.
Vivemos numa nova era, em que líderes nacionalistas se tornaram um elemento central da política global, surgindo não apenas em regimes políticos autoritários, mas também no coração da democracia liberal. São homens-fortes populistas e conservadores, com pouca tolerância para minorias, dissidentes e imigrantes, que incentivam o culto da personalidade e o desprezo pelo liberalismo e pelas instituições do Estado. O Brexit e a eleição de Donald Trump em 2016 constituem um marco decisivo neste novo nacionalismo, mas esta era teve início no começo do milénio, quando Vladimir Putin assumiu o poder na Rússia. Desde então, homens-fortes ascenderam ao poder em capitais tão diversas como Pequim, Budapeste, Brasília e Washington.

Analisando o percurso de líderes como Donald Trump, Vladimir Putin, Boris Johnson e Jair Bolsonaro, Gideon Rachman, jornalista do Financial Times que entrevistou muitos homens-fortes, procura responder a três perguntas centrais: Quando é que a tendência do homem-forte ganhou tração? Quais são as suas principais características? E por que motivo aconteceu?

«Gideon Rachman combina o olhar perspicaz de jornalista com uma análise contundente dos fatores que permitiram aos homens-fortes alcançar o poder e mantê-lo.»
The Times<(i>

«Um livro poderoso.»
The Economist

A Era do Homem-Forte

de Gideon Rachman

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896237295
Editor: Vogais
Data de Lançamento: novembro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 231 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política Internacional
EAN: 9789896237295

SOBRE O AUTOR

Gideon Rachman

Gideon Rachman é editor de política internacional do jornal Financial Times.
Integrou a equipa em 2006, após ter trabalhado 15 anos como correspondente em Washington, Bruxelas e Banguecoque para o jornal The Economist.
Em 2010, publicou o seu primeiro livro, O Mundo de Soma Zero (Quetzal, 2011), que previa o aumento das tensões e turbulências políticas internacionais após a crise financeira global.
Em 2016, ganhou o Prémio Orwell para Escrita Política, o principal prémio britânico na área. Foi também nomeado para o European Press Prize, conhecido como o «Prémio Pulitzer Europeu», na categoria de comentador do ano.

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