A Eneida de Virgílio Contada às Crianças e ao Povo

de João de Barros
Editor: Marcador, agosto de 2013 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
João de Barros faz a adaptação em prosa do poema épico latino A Eneida. O autor condensa e simplifica a leitura desta jóia da literatura universal, tornando-a acessível a um público mais jovem.

A Eneida de Virgílio Contada às Crianças e ao Povo

de João de Barros

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897540080
Editor: Marcador
Data de Lançamento: agosto de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 229 x 11 mm
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Coleção: Marcador Infantis e Juvenis
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9789897540080

Nossa Opiniao

Filipa Sarmento

Livro muito interessante e de acordo com o ano de escolaridade

Fabuloso

Sandra Rodrigues

Um bom livro para crianças e adultos

Espectacular

Maria Isabel Silva

É um livro especial e espectacular, muito interessante e divertido para adultos e crianças! Isabel Silva

Fabuloso

L. Pinto

Livro fantástico que permite aos jovens da nossa sociedade terem convivio com grandes homens de outros tempos. Permintindo conhecer uma das culturas que mais desenvolveu o nosso mundo.

Divertido

António Fernandes

Uma forma simples e divertida dos nossos jovens conviverem com os filósofos e homens de letras de outros tempos.

Instrutivo

Paulo Portelada

É a forma mais interessante de fazer com que gente mais nova contacte com os "monstros" da literatura universal. Não desvirtuando o original é uma narrativa de leitura aprazível.

Interessante

Manuela Ferreira

Uma maneira muito fácil de apresentar uma obra épica onde deuses e humanos se relacionam e procriam normalmente, para nos levar à génese da cultura romana que tão grande contributo deu ao mundo.

SOBRE O AUTOR

João de Barros

Escritor, pedagogo e político português nascido a 4 de fevereiro de 1881, na Figueira da Foz.

Concluiu, em 1904, o curso de Direito pela Universidade de Coimbra e exerceu docência no Liceu Central de Coimbra, no Liceu do Carmo, em Lisboa, e no Liceu Alexandre Herculano, no Porto. Em 1907, recebeu uma bolsa de estudo, para realizar uma missão oficial de estudos, visitando vários estabelecimentos de ensino de diversos países da Europa, o que lhe permitiu adquirir conhecimentos sobre a Educação Nova e os recentes métodos de pedagogia moderna.

Em 1909, durante o 2.º Congresso Pedagógico, defendeu a importância da Cartilha Maternal (1876) para a reestruturação do sistema educativo e proferiu diversas conferências sobre literatura portuguesa, na Université Nouvelle , em Bruxelas, que foram publicadas, em 1910, sob o título La Littérature Portugaise . Nesse ano, integrou-se na Loja Maçónica Solidariedade, em Lisboa, sob o nome João de Deus.

A partir de 1913, tornou-se membro da Academia das Ciências de Lisboa e, desde 1920, sócio da Academia Brasileira de Letras. Em 1915, juntamente com o escritor brasileiro Paulo Barreto, fundou a revista Atlântida.

Como escritor, publicou obras importantes, como Versos (1897), Algas (1898), A Escola e o Futuro (1908), Terra Florida (1909), A Reforma da Instrução Pública (1911), A República e a Escola (1914), Presenças Eternas (1943) e muitos outros títulos.

Para além disso, fez várias adaptações dos clássicos da literatura para crianças e para o povo, tais como Os Lusíadas Contados às Crianças e Lembrados ao Povo (1930), Viriato Trágico (1940), A Eneida de Virgílio (1947) e Viagens de Gulliver (1957). As suas principais preocupações foram combater o analfabetismo, promover uma educação nacionalista e preparar os indivíduos para o futuro e para a integração na sociedade.

Enquanto político, ocupou o cargo de secretário-geral e diretor-geral da Instrução Pública do Ministério do Interior. Foi deputado pelo Partido Democrático e ministro dos Negócios Estrangeiros.

Recebeu várias distinções das quais se destacam: a Ordem Leopoldo II do governo belga, em 1920; a Grã-Cruz da Ordem de Cristo do Presidente da República português, em 1923; a Grã-Cruz da Ordem El Sol del Peru do Presidente da República peruano, em 1925; a Grã-Cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul, em 1944, do Presidente da República do Brasil, que lhe atribuiu ainda várias outras medalhas.
João de Barros faleceu a 25 de outubro de 1960, em Lisboa.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR