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A Direita Nunca Existiu

As Direitas Extraparlamentares na Institucionalização da Democracia Portuguesa 1967-1980

de Riccardo Marchi

editor: Imprensa de Ciências Sociais, agosto de 2017
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Ao longo das quatro décadas da democracia portuguesa, a fronteira mais à direita do arco parlamentar manteve-se inalterada no Centro Democrático Social. Porque nenhum partido à direita do CDS conseguiu representação parlamentar? Para responder à pergunta, esta investigação de história política recua à alvorada do sistema partidário português, em particular aos cinco anos de institucionalização democrática compreendidos entre 1976 e 1980. Este compasso temporal concentra todas as potencialidades e oportunidades oferecidas à direita extraparlamentar pelo pós-PREC, mas também todos os factores endógenos e exógenos a ela que explicam o seu fracasso no fim da transição portuguesa. Aqui encontram-se também muitas das idiossincrasias desta área política que determinarão a sua marginalidade nos anos seguintes.

A Direita Nunca Existiu

As Direitas Extraparlamentares na Institucionalização da Democracia Portuguesa 1967-1980

de Riccardo Marchi

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726713975
Editor: Imprensa de Ciências Sociais
Data de Lançamento: agosto de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 231 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 480
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789726713975
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Trabalho exemplar

NC

O autor continua, com esta obra, o seu estudo de uma área política – a chamada "direita radical" – que até ao momento tem recebido pouca atenção dos académicos. O facto de o autor ser italiano constitui, sem dúvida, uma mais-valia, já que lhe permite um certo distanciamento e "frieza" na análise do fenómeno, que os autores nacionais por regra não alcançam, já que é ainda frequente a preocupação em evitar acusações de “apologia” ou “branqueamento” do Estado Novo. Depois de já ter estudado o período até aos anos 50 (“Folhas Ultras”) e o período até ao 25 de Abril (“Império, Nação, Revolução”), o autor continua agora a sua análise com o período do imediato pós-25 de Abril até à consolidação do regime democrático, ou seja, até aos anos 80, procurando explicar porque é que nunca foi possível o aparecimento de um partido político viável à direita do CDS. Trata-se, sem dúvida, de um trabalho de grande nível académico, abundantemente documentado, em que se destacam as fontes primárias, evitando assim a simples repetição daquilo que outros escreveram, muitas vezes no calor dos acontecimentos e sem o necessário distanciamento histórico.

Riccardo Marchi

Riccardo Marchi nasceu em Pádua (Itália) a 15 de março de 1974. Licenciou-se em Ciências Políticas com especialização em História pela Universidade dos Estudos de Pádua. Nesse contexto, no ano de 1998, chegou a Lisboa através do Programa Erasmus e aí começou a sua carreira. Entre 2005 e 2008, doutorou-se pelo ISCTE em História Moderna e Contemporânea com uma tese sobre as direitas radicais no final do Estado Novo. Findo o doutoramento, em 2008, tornou-se investigador do Centro de Estudos Internacionais (CEI-IUL), professor convidado do ISCTE-IUL e coordenador, para Portugal, da rede académica transnacional Direitas, História e Memória. A sua área de investigação é o radicalismo de direita, em termos de pensamento político, partidos, movimentos, temas sobre os quais tem publicadas várias obras de história política.

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