A Deusa Celta de Portugal
A Anciã do Inverno e a Rainha do Verão
Editor:
Zéfiro, maio de 2021 ‧
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SINOPSE
Quem é esta Deusa de dupla face?
Onde se encontram as Suas origens?
Onde se conservam as Suas antigas histórias e mitos?
Como resgatar e honrar esta herança espiritual e dela usufruir hoje em dia?
Na nossa religiosidade popular, para além dos oito festivais anuais que assinalam o movimento da Terra à volta do Sol, parece ainda persistir uma outra divisão do ano em duas partes distintas.
Esta dicotomia torna-se ainda mais nítida quando prestamos atenção às festas de Maio. Por essa altura, são honradas no território algumas das nossas Senhoras de aura mais arcaica, como a Senhora do Almurtão, a Senhora da Azenha, a Senhora dos Altos Céus, da Lousa e, obviamente, a Senhora da Cova da Iria. Esta última devoção, que à primeira vista teve origem num fenómeno recente do séc. XX, parece, na verdade, inserir-se numa tradição bem ancestral, numa espiritualidade pré-cristã e pré-patriarcal que tinha como divindade suprema uma entidade feminina.
De acordo com esta visão, o povo ainda hoje acolhe, com regozijo e exuberância, a Deusa na sua face de Rainha do Verão nestas celebrações, dela recebendo todas as graças e qualidades apotropaicas que reconfortam a vida e a alma.
Em Outubro, porém, Ela parte, ou antes, assume a Sua outra face de Rainha do Inverno, a Anciã furtiva, evasiva, velada, rigorosa e tempestuosa, como a estação a que preside, cujos dons, se soubermos aceitá-los, não deixam de ser igualmente preciosos.
Onde se encontram as Suas origens?
Onde se conservam as Suas antigas histórias e mitos?
Como resgatar e honrar esta herança espiritual e dela usufruir hoje em dia?
Na nossa religiosidade popular, para além dos oito festivais anuais que assinalam o movimento da Terra à volta do Sol, parece ainda persistir uma outra divisão do ano em duas partes distintas.
Esta dicotomia torna-se ainda mais nítida quando prestamos atenção às festas de Maio. Por essa altura, são honradas no território algumas das nossas Senhoras de aura mais arcaica, como a Senhora do Almurtão, a Senhora da Azenha, a Senhora dos Altos Céus, da Lousa e, obviamente, a Senhora da Cova da Iria. Esta última devoção, que à primeira vista teve origem num fenómeno recente do séc. XX, parece, na verdade, inserir-se numa tradição bem ancestral, numa espiritualidade pré-cristã e pré-patriarcal que tinha como divindade suprema uma entidade feminina.
De acordo com esta visão, o povo ainda hoje acolhe, com regozijo e exuberância, a Deusa na sua face de Rainha do Verão nestas celebrações, dela recebendo todas as graças e qualidades apotropaicas que reconfortam a vida e a alma.
Em Outubro, porém, Ela parte, ou antes, assume a Sua outra face de Rainha do Inverno, a Anciã furtiva, evasiva, velada, rigorosa e tempestuosa, como a estação a que preside, cujos dons, se soubermos aceitá-los, não deixam de ser igualmente preciosos.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896771812 |
| Editor: | Zéfiro |
| Data de Lançamento: | maio de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 159 x 232 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 192 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Triskel |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Desenvolvimento Pessoal e Espiritual
>
Esoterismo
|
| EAN: | 9789896771812 |
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