A Comunicação nos Arquivos Municipais
Área metropolitana de Lisboa
Editor:
Edições Colibri, setembro de 2019 ‧
ver detalhes do produto
10,50€
30% DESCONTO
IMEDIATO
SzBkWVJXeFVXbVJ4YWpoWmFYUXlZVzFZSzBnelVFdFVMMUJ4VWpoNmVYUkRWblV3UXpoTVNpOVFibVl6VjAxd1JtZFJObWMwUzNNd2RtRTNlV0Z0VTBOUk5tRjRUMHREU3pkdlYwVjFUWFl2YTB4MlZsbzBNWGhVVG1GMFRpdHVjMmN3TkhkWmRuVTVWVTFRZHpGVFFXTTBjRFZGZW1wblZ6QTRVa1F2ZW5SUFVHWklhRE55VWpCSlJubDBRbXRRUmxoU09IRkdZak0yT0cxUGNqa3ZVVVl3T1RsMFJsQjBSMDQxVW1saU5XSkpjMUZVTlhkak9UaDFjRGxaV2psR05YRTJjRmcxZEhkVWRqWlZjWGg1Y1VWNWRUTkNhRkZ6ZVhoeVVVWjJSSFYzWldkMGJVOU1UMGhXZFUxU05HaFpTbmhFU0ZGMlMydFpTamxaVm5veWJWcG9abGhaZHpObFZVVmFLM0ZRY25wWFZXVklUakJTVWpKRVpsazVjMWNyYlZVcmRUbFFZVzVKTlVWR2FHOXpUVVJOU2k4d1MxVmlVV1Z2VEV3M1RGUmxNbEJsY1RGWU56aHhTbTU2WWpaVmVYTkRielZvZUdoMVRsWldhVlkzZG5wdkx6UnJLeXRSTlhodFZYWkNjMjh5Y0ZkcFFqZFZaR2wxZDBsV1QyTmpZbEIxU1RsSlVYTkdRMDg1VGs0eE5qbGpaMjEzZUZJck1VcGlNbmhRUVhkR1NYRnhWV3hXUkhKNVZVTllVbmxHWmpaWVluaFpRWFpDT1ZOR1RsWTFkMnBNV2xONFEzSnNaV1pKY1ZSQmJpOWlUVEp4TUZaa2FrZ3JNak5KTDJsVVJFUnNkbGxQYm5sdk0wcGhlWEJKYkhoQ1IwTlVibFJMTWxSaFFYWnJZMmhMTUc4NFJIbFpURmw0YTJOUlJVSnVlak5JYUVRemNDOW5halZhTTNCMVFVaHZLMlpWUjFWVFpFMDJkVlZpVWtsSlFrdzVUMGRKVms5U01WTnpSRlV6V2sxUlRrRXpVVTQzTkRCQ1JraFlObGxFTUZwc1NFTm5jMmNyS3l0SFJXRXhaMFJ1TUZnMk5tdDRhejA9OmVTclMxZ0VuT21FTG5CWWp2VUcvaVE9PQ==
Venda o seu livro
SINOPSE
Diz-se da comunicação que é informação em potência, uma vez que não há comunicação sem informação. Daqui resulta a relação intrínseca entre os dois conceitos, pelo processo comunicacional, tratado no contexto dos Arquivos Municipais, que mantêm, como sempre mantiveram, a sua dimensão custodial, quer em contexto analógico, quer em contexto eletrónico e digital. As tecnologias ampliaram este processo, permitindo a comunicação distante.
Do excelente estudo, destacamos as seguintes conclusões: o papel-chave da comunicação no cumprimento da missão do arquivo; a facilitação do alargamento do campo dos profissionais dos arquivos na potenciação da comunicação através das tecnologias; a comunicação como promotora da informação enquanto ativo estratégico organizacional; o guia enquanto instrumento de acesso à informação menos presente nos arquivos, contrariamente ao que seria natural; a permanência dos arquivos municipais ainda distante das ferramentas da web 2.0; o nível de excelência da Comunicação da informação arquivística alcançado pelos arquivos de Cascais e Lisboa. Ingredientes suficientes para que esta obra possa acolher o interesse de todos os técnicos que trabalham nos arquivos municipais, ainda que o seu interesse não se esgote neste universo, e posicionar este estudo, de referência, no âmbito da ciência da informação, justificando, por si só, a sua integração nesta coleção.
[Carlos Guardado da Silva]
* * *
A comunicação da informação é reveladora da transparência ativa(ou não!) das instituições, sendo usada como instrumento de accountability, responsabilização e prestação de contas, e de promoção do acesso à informação, quando o foco é, como deve ser, o cidadão-utiliza-dor. Nesta medida, a comunicação é também fator estratégico do desenvolvimento e, consequentemente, da melhoria da qualidade de vida dos cidadãos (Freitas, Sousa, 2009). Assim a comunicação é contemplada pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas, uma vez que o acesso à informação é considerado fator de redução das distintas vulnerabilidades e potenciador da realização plena da cidadania.
A comunicação é também a forma de incrementar, quer a visibilidade dos arquivos, verdadeiros centros de gestão de informação, quer o acesso à informação.
Do excelente estudo, destacamos as seguintes conclusões: o papel-chave da comunicação no cumprimento da missão do arquivo; a facilitação do alargamento do campo dos profissionais dos arquivos na potenciação da comunicação através das tecnologias; a comunicação como promotora da informação enquanto ativo estratégico organizacional; o guia enquanto instrumento de acesso à informação menos presente nos arquivos, contrariamente ao que seria natural; a permanência dos arquivos municipais ainda distante das ferramentas da web 2.0; o nível de excelência da Comunicação da informação arquivística alcançado pelos arquivos de Cascais e Lisboa. Ingredientes suficientes para que esta obra possa acolher o interesse de todos os técnicos que trabalham nos arquivos municipais, ainda que o seu interesse não se esgote neste universo, e posicionar este estudo, de referência, no âmbito da ciência da informação, justificando, por si só, a sua integração nesta coleção.
[Carlos Guardado da Silva]
* * *
A comunicação da informação é reveladora da transparência ativa(ou não!) das instituições, sendo usada como instrumento de accountability, responsabilização e prestação de contas, e de promoção do acesso à informação, quando o foco é, como deve ser, o cidadão-utiliza-dor. Nesta medida, a comunicação é também fator estratégico do desenvolvimento e, consequentemente, da melhoria da qualidade de vida dos cidadãos (Freitas, Sousa, 2009). Assim a comunicação é contemplada pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas, uma vez que o acesso à informação é considerado fator de redução das distintas vulnerabilidades e potenciador da realização plena da cidadania.
A comunicação é também a forma de incrementar, quer a visibilidade dos arquivos, verdadeiros centros de gestão de informação, quer o acesso à informação.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896898908 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | setembro de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 162 x 228 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 172 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Ciência da Informação |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Comunicação e Jornalismo
|
| EAN: | 9789896898908 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
30%O Sistema de Informação Presidência da República PortuguesaEdições Colibri10,50€
15,00€ -
30%Investigação em Ciência da InformaçãoEdições Colibri10,50€
15,00€