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A Civilização do Peixe-Vermelho

Como peixes-vermelhos presos aos ecrãs dos nossos smartphones

de Bruno Patino
Editor: Gradiva, outubro de 2019 ‧
14,00€
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Os engenheiros da Google calcularam o tempo de atenção do peixe-vermelho: 8 segundos.
E o das gerações submetidas aos ecrãs: 9 segundos!
O que são hoje vinte e quatro horas da vida de cada vez mais pessoas?
Cinco horas a olhar para o smartphone. Centenas de mensagens, solicitações, informações, rumores, fotografias, vídeos. o dispositivo chama-nos, alicia-nos, apodera-se de nós.

Incapazes de esperar ou de pensar, afogados no oceano das redes sociais e da internet, sob o controlo de algoritmos e de robôs.
A dependência digital é um modelo de negócio inesperado agora construído e explorado por impérios económicos. no cerne do sistema, determinando cada vez mais a nossa vida, um projecto oculto: a economia da atenção. É a destruição crescente das nossas referências.

Diga não à dependência e à vigilância do seu cérebro pelas maiores multinacionais do planeta.

Recupere o controlo da sua vida, a sua liberdade.

A Civilização do Peixe-Vermelho

Como peixes-vermelhos presos aos ecrãs dos nossos smartphones

de Bruno Patino

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896169435
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: outubro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 229 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Coleção: Trajectos
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9789896169435

Assustador

Vera Lúcia

Livro de leitura muito fácil e despretensiosa, alerta-nos para os perigos dos ecrâs e a a sociedade em que vivemos, feitos “peixes” de olhos esbugalhados dentro de um “aquário” ( as várias plataformas digitais a que estamos agarrados) Recomendo este livro a todos que queiram despertar do estado adormecido e letárgico em que andam nas redes sociais

SOBRE O AUTOR

Bruno Patino

Bruno Patino é jornalista e ensaísta. Licenciado em Ciência Política, foi presidente da comissão organizadora da EGI, do canal de televisão franco-alemão ARTE e professor associado da Escola de Jornalismo do Instituto de Estudos Políticos de Paris. Foi diretor editorial do canal Arte France e desempenhou cargos importantes no domínio do jornalismo e da comunicação, tendo sido correspondente estrangeiro do Le Monde no Chile, presidente do Le Monde interactif (2000-2008), da Télérama e vice-presidente do grupo Le Monde. Foi também diretor do France Culture e dirigiu a programação e a estratégia digital do France Télévisions. É autor, entre outros, de Une presse sans Gutenberg, Télévisions, de A Civilização do Peixe-Vermelho - Como peixes-vermelhos presos aos ecrãs dos nossos Smarthphones (Gradiva, 2020) e Tempête dans le bocal, todos eles sucessos de vendas com edições em vários países.

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