A Catedral

de J. K. Huysmans
Editor: Livraria Civilização Editora, Janeiro de 2008 ‧
Este romance insere-se num ciclo, com a mesma personagem, Durtal, alter-ego do escritor, que narra a sua conversão no anterior romance, A Caminho, e se encerrará com O Oblato.

Um escritor cheio de inquietações, Durtal, recordando um benéfico retiro (narrado em A Caminho), dirige-se a Chartres. Na quietude mística da proximidade da catedral, tenta encontrar a paz que não obtém com a cultura e os estudos. Durtal é então arrebatado pela antiga construção, e a cada passo sente manifestar-se uma sincera admiração pela Idade Média. Devotado a essas criações, tudo se lhe oferece para meditações sobre arte e sobre a própria vida. Mas ante a hipótese que se lhe oferece de se tornar um oblato beneditino, Durtal entra numa nova fase de indecisão… enquanto vai descobrindo a catedral de Chartres, como um repositório vivo de todos os símbolos e um espelho dos seus próprios sentimentos.

A Catedral

de J. K. Huysmans

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722626545
Editor: Livraria Civilização Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 235 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 308
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722626545

Durtal em Chartres

PH

As descrições da Catedral são maravilhosas e enciclopédicas. As opiniõese evocações de Huysmans/Durtal são como sempre fascinantes.

SOBRE O AUTOR

J. K. Huysmans

Georges Charles Marie Huysmans nasceu em Paris em 1848, mas sempre assinou as suas obras com uma versão flamenga do seu nome, JORIS-KARL, inspirada na ascendência do pai, procedente de uma linha de artistas. Amigo e discípulo de Zola e de Maupassant, cedo ultrapassará a escola naturalista, pelo seu estilo e singularidade. Caracteriza-se por uma expressão vigorosa e uma contínua devoção a temas artísticos, que impregnam a sua obra. A sua surpreendente adesão ao Catolicismo escandalizou os meios literários parisienses, que ele abandona ao retirar-se para viver como irmão oblato em Igny en le Marne. Depois da expulsão das ordens religiosas, regressa a Paris, onde vem a morrer, em 1907, de doença prolongada, suportada com abnegação cristã. A autenticidade de Huysmans e a originalidade do seu estilo levam a que até hoje seja objeto de um culto que ultrapassa o âmbito literário.

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