A Casa dos Lóios
Editor:
Editorial Novembro, novembro de 2017 ‧
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SINOPSE
Nesta narrativa, de carácter marcadamente histórico, poder-se-ão identificar três elementos fundamentais, intrinsecamente articulados ao longo do respetivo enredo.
Desde logo, ter-se-á que destacar o Porto, porquanto cidade em constante transformação e protagonista de alguns dos episódios mais marcantes da história de Portugal, aqui oportunamente evocados.
Também o atual Largo dos Lóios - antiga Praça de Santo Elói - é merecedor de especial relevância. O mesmo constitui, para muitos, um dos locais mais emblemáticos da cidade invicta, tendo beneficiado, ao longo dos séculos, do facto de se situar numa área privilegiada do tecido urbano, permitindo-lhe testemunhar - e, naturalmente, refletir - as distintas realidades política, social e económica aqui vividas em diferentes épocas.
Uma casa, em particular, bem como aqueles que nela habitam, assumem também, por sua vez, uma importância singular nesta narrativa. Com efeito, no número quinze do Largo dos Lóios, definem-se sucessivas vivências quotidianas, moldadas, sem surpresa, pelos diferentes ritmos e transformações que, gradualmente, são impostos à própria cidade.
Os factos e acontecimentos aqui descritos são, na sua essência, reais. Alguns deles, porventura, poderão ser tão-somente verosímeis.
A Casa dos Lóios existe, verdadeiramente. Tendo sido projetada em 1840, seria edificada pouco tempo depois, expondo-se aos olhos de todos, orgulhosamente, a partir desse momento. Assumiu a condição de verdadeiro lar, tendo acolhido, durante décadas, uma família tradicional burguesa de "portuenses de gema". Um reduzido número de outros residentes e, sobretudo, um amplo leque de visitas da casa, mais ou menos habituais, tornariam particularmente animadas as rotinas aqui estabelecidas.
Desde logo, ter-se-á que destacar o Porto, porquanto cidade em constante transformação e protagonista de alguns dos episódios mais marcantes da história de Portugal, aqui oportunamente evocados.
Também o atual Largo dos Lóios - antiga Praça de Santo Elói - é merecedor de especial relevância. O mesmo constitui, para muitos, um dos locais mais emblemáticos da cidade invicta, tendo beneficiado, ao longo dos séculos, do facto de se situar numa área privilegiada do tecido urbano, permitindo-lhe testemunhar - e, naturalmente, refletir - as distintas realidades política, social e económica aqui vividas em diferentes épocas.
Uma casa, em particular, bem como aqueles que nela habitam, assumem também, por sua vez, uma importância singular nesta narrativa. Com efeito, no número quinze do Largo dos Lóios, definem-se sucessivas vivências quotidianas, moldadas, sem surpresa, pelos diferentes ritmos e transformações que, gradualmente, são impostos à própria cidade.
Os factos e acontecimentos aqui descritos são, na sua essência, reais. Alguns deles, porventura, poderão ser tão-somente verosímeis.
A Casa dos Lóios existe, verdadeiramente. Tendo sido projetada em 1840, seria edificada pouco tempo depois, expondo-se aos olhos de todos, orgulhosamente, a partir desse momento. Assumiu a condição de verdadeiro lar, tendo acolhido, durante décadas, uma família tradicional burguesa de "portuenses de gema". Um reduzido número de outros residentes e, sobretudo, um amplo leque de visitas da casa, mais ou menos habituais, tornariam particularmente animadas as rotinas aqui estabelecidas.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898825612 |
| Editor: | Editorial Novembro |
| Data de Lançamento: | novembro de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 235 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 214 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Editorial Novembro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789898825612 |
OPINIÃO DOS LEITORES
A Casa dos Lóios
Francisco Rodrigues
Tendo nascido no Porto em 1953, sinto que ainda tenho muito para conhecer da cidade que me viu nascer. Esta narrativa histórica ajudou-me a conhecer melhor a cidade, entre os finais do século XIX e a atualidade. E agora, na situação de aposentado, procuro não perder uma oportunidade para enriquecer o meu conhecimento. Recomendo esta leitura leve e agradável, para quem tiver a mesma pretensão que eu tenho.
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